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18 de nov. de 2012

11º e 12º Arariboards

   11º Arariboard (4/11/12)

No primeiro domingo do mês tivemos mais uma edição do encontro carioca. Além da galerinha fiel, eu, Fabrício, Carlos e Michael, tivemos um convidado carioca, o André, que se juntou à dança.

Começamos a tarde com duas partidinhas rápidas de The Resistance, jogo que divide os jogadores em cidadãos da resistência num Império futurista em ruinas. Mas alguns deles são mais que isso, são espiões e farão de tudo para fracassar com as missões solicitadas pelo líder da vez.

Jogamos o modo básico, sem as cartas de poderes especiais, e foi um fiasco duplo pra resistência. Vitória fácil dos espiões.
1ª partida: Michael e Carlos
2ª partida: Michael e Fabrício

E o prato principal do dia foi Caylus. Um dos primeiros euros que conheci, depois de Catan e Carcassonne, só tive oportunidade de jogar uma vez, entrou para a lista dos melhores e nunca saiu de lá. Um ótimo clássico revisitado a pedido do Fab!


A partida foi super disputada, ponto a ponto, favor a favor junto à corte. A corrupção no funcionalismo público foi alta, com o preboste sendo movido para desfavorecer algum jogador. A rodada mais tensa foi justamente quando conseguimos movêmos três vezes para trás para o Michael, que estava na liderança, não pontuar. 


Mas de nada resolveu. Na contagem final, eu e André fomos ficando para trás, e os meninos disputaram ponto a ponto a vitória, que ficou com o Carlos. Ótima partida!

Colocação:
Carlos 53 pontos
Michael 52 pontos
           Fabrício 51 pontos
           Renata 48 pontos
           André 31 pontos


   12º Arariboard (11/11/12)

Esse já poderia se chamar: o dia que não deviamos ter ido, pois tudo parecia confabular contra a nossa permanência no Jambeiro, desde uma festa portuguesa até a natureza. Sim, tivemos que abandonar o aconchego do salão climatizado para adentrarmos na natureza selvagem da pracinha da Boa Viagem :P sob um sol desértico escandante. Mas nós, bravos e corajosos aventureiros lúdicos, enfrentamos o sol e os mosquitos para um tarde de diversão.

Lucio finalmente resolveu dar o ar da graça para aumentar nosso time, e com 6 jogadores na mesa (Fabrício, Carlos, Graça, eu e Eduardo) começamos o dia com o jogo trazido pelo Fab, Escape from The Aliens in Outer Space. O nome gigante mal cabe na caixa pequena, mas o jogo é divertido. Cada jogador recebe um papel, humano ou alien, e um objetivo. Os humanos precisam chegar a escotinha mais próxima e fugir. Os aliens precisam evitar a fuga, matando se preciso. Mas ambos os papéis são inicialmente secretos, e cada jogador se move nas coordenadas do tabuleiros secretamente. Eventualmente, alguém pode fazer barulho e se denunciar, dando chance ao Alien de atacá-lo. Simplificando ao máximo, seria como uma batalha naval espacial, onde temos que adivinhar as coordenadas dos outros.

Não demorou muito até os papéis ficarem claros. Carlos, Lucio e Fabrício eram os aliens, enquanto Graça, Eduardo e eu éramos meros humanos. Graça foi a primeira a morrer nas garras do próprio marido, tadinha, estraçalhada nos corredores sombrios da aeronave destinada a vagar solitária pelo espaço. Edu conseguiu resistir bem e chamou a atenção dos três aliens para si, o que me deu uma boa vantagem de me esgueirar para a borda da nave. Por sorte, não estava fazendo muito barulho e consegui me livrar da caçada. Edu não teve tanta sorte e foi abocanhado em seguida. O alien Carlos estava enfurecido querendo sangue! Lucio fazia a estratégia de ir direto pra escotilha, e Fab, bem, Fab estava perdido nos corredores, mas quase me alcançou! Estava a uma casa de me salvar e ganhar o jogo, e Carlos resolveu fazer uma jogada arriscada. Calculou bem meus movimentos e arriscou, era 50% de chance de acertar, e o aliens estavam no seu dia de sorte! Eu já estava com as mãos nos controles para zarpar, quando ele me puxou de volta pra nave e me matou. Festa alienígena no espaço!

E toda essa emoção com esse papelzinho abaixo. Sim, o jogo é só um mapinha e um lápis, o resto fica por conta da nossa imaginação :)



Em seguida, Witch's Brew, finalmente consegui jogar com uma turma grande e foi muito legal. Outro jogo de blefe, mas muito menos tenso. Cada jogador tem um deck de cartas com vários papéis e deve escolher cinco deles para usar naquela rodada. Cada papel lhe dá uma vantagem para conseguir fazer as poções que lhe dará pontos de vitória. A questão é, quando um jogador anuncia ser um personagem, para que possa ganhar o prêmio, nenhum outro pode reivindicar esse papel, caso alguém o faça, o primeiro perde todos os privilégios. Mas, se o segundo for bonzinho, pode dizer "que seja!", fica com um prêmio menor, mas não sai de mãos vazias. Não preciso dizer que quase ninguém dizia isso, todos na ganância querendo o prêmio principal.

A rodada mais engraçada foi quando TODOS, sem exceção, reivindicaram o papel: eu sou fulano!, não, eu que sou o fulano! Um atrás do outro, começando com o Lucio e terminando com o Fabrício que se deu bem. Mas garantiu o segundo lugar com 11 pontos, deixando o primeiro pro Eduardo, com 13 pontos.

Rendeu boas risadas e finalizou o dia de jogas light apesar dos contratempos externos.

18 de jul. de 2011

I Maratona Desbussolada

Dia 02 de Julho passado tornou-se um marco aqui no Desbussolados. Enquanto eu e Fabi fomos jogar na paz e tranqüilidade de um sítio, Lu, the legend, abria a porta de sua casa para a primeira Maratona Desbussolada! (o pior é que nem ela sabia no que estava se metendo).

Apartamento a postos, Lu e Tonny de braços abertos e os convidados começaram a chegar por volta das três da tarde do sábado. Gian e Warny chegaram já puxando um Caylus. Jogão que aprendi com o próprio Warny quando fui ao meu primeiro encontro do Castelo das Peças lá na Tijuca, pelos idos de 2007.

CAYLUS
2 a 5 jogadores / +12 / 60 a 150 min

1289. Para reforçar as fronteiras do Reino da França, o rei Philip O Justo decidiu construir um novo castelo. Naquela época, Caylus era somente uma vila humilde, mas trabalhadores e artesãos foram sendo atraídos pelas boas perspectivas. Ao redor da construção, uma cidade foi, lentamente, nascendo. Os jogadores devem ser construtores. Construindo o castelo do rei e desenvolvendo a cidade ao redor dele, eles ganham pontos de prestígio e o gosto do rei. Quando o castelo estiver pronto, o jogador com maior número de pontos de pretígio vence o jogo. 

 As 17h chegaram Paula e Thiago, responsáveis por iniciarem a Lu nos tabuleiros (viu gente, é culpa deles!!!) com Monopoly e Volta ao mundo (jogo muito bom da Grow que recomendo).

Tabuleiro de Caylus e componentes.
Mesa de Caylus com Agrícola ao fundo.


CLUE SUSPEITOS
2 a 4 jogadores / +8 / 15 min 
Em seguida foi a vez de puxarem um joguinho bem mais light pra aliviar a cabeça. Após corromperem Vera, uma amiga inocente que estava ali apenas para almoçar, começaram uma série de partidas de Clue. Foram 4 rodadas, 1 vitória de cada e 1 zebra, onde ninguém ganhou (como isso é possível?).


Enquanto Caylus continuava, com a tentativa do Warny de ganhar dos três “estreantes” (Lu, Tonny e Gian), Vera (a amiga corrompida) foi embora, Tati e Daniel chegaram e puxaram um Agricola junto com a Paula e o Thiago.

AGRICOLA
1 a 5 jogadores / +12 / 120 min 
Em Agricola, você é um agricultor com seu cônjuge. Você começa a ter apenas duas ações, um para si e outra para o cônjuge, a partir de todas as possibilidades que você encontrará em uma fazenda: recolher barro, madeira ou pedra; construir cercas; e assim por diante. Você pode pensar em ter filhos, a fim de obter mais trabalho realizado, mas primeiro você precisa para expandir a sua casa. 


Agrícola é um jogo de temática simples, mas quanto a jogabilidade é bem complexo, devido a quantidade de diferentes estratégias que podem advir das cartas de ação.

As 20 horas, rolavam Caylus e Agrícola simultaneamente. Consigo até visualizar as fumacinhas saindo da cabeça das pessoas! ^^ E adivinha quem ganhou a partida de Caylus? A “estreante” Lu, the legend. ¬¬” (no coments) e Daniel finalizou com vitória o Agrícola.

Warny ensinando Agricola.

Mesa de Agrícola com Caylus ao fundo.


SABOTEUR 2
2 a 12 jogadores / +8 / 30 min

Cada jogador assume o papel de um Anão Minerador ou um Anão Sabotador. Os Mineradores querem cavar túneis para chegar ao tesouro, enquanto que o Sabotador tentam impedí-los, sabotando suas ações. Porém, cada jogador só conhece seu próprio personagem e o Sabotador pode ser qualquer jogador. Versão expandida de Saboteur.

Depois de dois jogos assim, só com um bom Saboteur pra relaxar os ânimos e gritar muito “Sabotadoooooor”, estreiando a continuação desse clássico card-party-game as nove da noite, reunindo todos no mesma mesa.

1a. mesa de Saboteur 2.
Uma hora depois, Fel chegou pra prestigiar o evento, e pouco depois, Paulette e uma amiga uruguaia (tadinha, não sabe onde se meteu). Todos os sabotadores reunidos, e a disputa foi até meia-noite. (Fico aqui imaginando o que os vizinhos ficaram pensando... por sorte não chamaram a polícia com tanto bandido no apartamento vizinho).

Mesa completa de Saboteur 2.
Passadas as doze badaladas, Paulette, a amiga uruguaia, Fel e Tati deixaram o recinto, e os desbussolados restantes se redistribuíram.

GUILLOTINE
2 a 5 jogadores / +12 / 30 min

Os jogadores pontuam ao conseguir levar os nobres mais "valiosos" à guilhotina. Através de cartas com poderes diversos, é possível alterar a ordem da fila de execução.

Paula, Thiago e Daniel começaram Guillotine, outro cardgame que ainda não tive oportunidade de conhecer. E depois embarcaram no Small World, jogo preferido do Daniel.


Olha só a cara de alegria dos viciados, quero dizer, desbussolados! ^^


SMALL WORLD
2 a 5 jogadores / +8 / 80 min 

 Small World é um jogo de civilização onde os jogadores se confrontam para conquistar e controlar um mundo que é pequeno demais para acomodar a todos!
Cada civilização é formada pela combinação de uma raça com suas próprias habilidades mais um poder especial único, podendo se formar diversas combinações diferentes. A partir daí é atacar as civilizações vizinhas mais enfraquecidas até que a sua própria se enfraqueça e é nesse ponto que cada jogador deve saber o momento certo de abandonar a civilização decadente e iniciar uma nova.
 
Small World em andamento.


AGE OF EMPIRES III
2 a 5 jogadores / +10 / 120 min
O jogador assume o papel de uma potência colonial, em busca de fama, glória e riquezas no Novo Mundo. Conforme você avança através das três eras, você pode lançar expedições de descobrimento, colonizar regiões e expandir suas práticas mercantis. Para tanto, você precisa construir estruturas que dêem à sua nação vantagens, desenvolver-se economicamente e, se necessário, declarar guerra aos adversários!

Na outra mesa, os desbussolados encaravam o bonito Age of Empires III. Depois de um longo setup e explicações, a partida era comandada por Warny e Tonny na liderança. Mas terminou, depois de duas horas de duração, com a vitória da ... ai cansei XD, Lu, the legend (é melhor fingir que perde de vez em quando pra agradar os amigos!)

Warny, Tonny, Gian e Lu, exaustas mas não largam o osso.

detalhe do tabuleiro e componentes do Age of Empires.

 
MAFIA 
4 a 9 jogadores / +16 / 60 min
Uma cidade tomada por crimes e corrupcão. Duas máfias rivais se confrontam em uma batalha incessante pelo poder. Enquanto isso, a polícia tenta se infiltrar para salvar a população e limpar a cidade.
Em um jogo de muita estratégia, onde blefar é uma arte, o segredo está em descobrir quem é quem nessa cidade cheia de mentiras. Quem são seus companheiros? Em quem confiar?

Enquanto isso, antes tarde do que nunca, aportavam mais jogadores: Tâmara e Luis, que  logo foram sequestrados pela Máfia Italiana! 

Máfia da jogatina!
As 3 e meia da madruga, após uma merecida pausa, “é hora do lanche, que hora mais feliz!” As boas línguas dizem que o estava delicioso, com um surpreendente bolo de limão da Vera! (e eu só na vontade aqui). Gian, Tâmara e Luis partiram. Paula foi descansar nos braços de Morfeu e com as patinhas de Mel (a gatinha da Lu).

WINNER’S CIRCLE
2 a 6 jogadores / +10 / 60 min
Um animado jogo de corridas de cavalos, onde os jogadores apostam em vários dos sete cavalos para tentar obter o máximo de dinheiro até o final do jogo.

 Mas a joga continua, oras! O que importa se são cinco da manhã? Lu, Tonny, Daniel e Warny foram ao jóquei apostar nos cavalos. Como todo viciado que se preze, Lu adorou o jogo! Espero que essa menina não comece a jogar a dinheiro...

"cavalinhos" cansados as cinco da manhã.

REPETECOS

Warny, depois de perder pro Daniel, desolado por não vencer em nenhum de seus jogos, sucumbiu, foi se deitar também. Enquanto isso, Lu (já cambaleante), Daniel, Tonny e Thiago montaram novamente o Small World. As nove a partida se encerrou com vitória do Tonny (eeee, fazendo campanha contra a Lu :P *foge*), Daniel deu adeus e voltou para casa (que por sinal é ao lado), e a trupe continuou.
Novamente Guillotine, agora com Lu, Tonny e Thiago. A “lenda” diz não ter entendido nada porque seu cérebro já não funcionava mais. Então aproveitou que Paula acordou lá pelas 10h e foi se deitar.
Enquanto isso, rolava outra mesa de Winner’s Circle. [Um breve hiato temporal]. A uma da tarde do domingo, Lu acordou e os meninos seguiam jogando. Improvisaram um almoço, pois precisavam repor as energias. Wanry acordou providencialmente as duas quando o rango saiu.

Repeteco de Small World.

Fechando a maratona com um cardgame.
Pra encerrar, mais um cardgame, Fairy Tale (devidamente lembrado pelo Thiago, valeu!), e as quatro da tarde do domingo estava encerrada a 1ª. MARATONA DESBUSSOLADA! Parabéns Lu e todo o pessoal que compareceu! Que venham outras, e que eu possa participar também XD


Texto de Renata sobre as onbservações de Lu. Da próxima vez, a senhorita faça o favor de nos agraciar com suas resenhas :P