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26 de fev. de 2013

23º, 24º e 25º Arariboards

Fevereiro, mês de samba e carnaval, mas em Nikity também rolou jogatina.

  23º Arariboard (03/02/13)                                                                                                                     

Abrindo o mês, tivemos a volta do que não foi, Eduardo, mais exporádico do que nunca. Bem-vindo de volta, Edu! E a visita do André, do Rio, além dos já tradicionais Fabrício, Brito, Graça e eu. 

Começamos com uma partida leve, mas nem por isso menos tensa, de Dixit, jogo que vem pondo a prova a sanidade dos gamers mais estratégicos (vocês precisam relaxar pra jogar isso!).



Fab está se consolidando como campeão dos coelhinhos, enquanto o restante da galera come poeira!

Colocação:
Fab 31 pontos
Andre 27 pontos
Draça e Rê 21 pontos
Brito 20 pontos
Edu 11 pontos

Tive que abandonar a trupe cedo, mas eles continuaram com Small World, com o tabuleiro diferente, modular, do Realms para cinco jogadores, que consumiu um bom tempo de setup.  

Colocação:
Eduardo: 53 pontos
Graça: 52 pontos
André: 51 pontos
Brito: 51 pontos
Fabrício: 46 pontos
Márcio: 42 pontos


  24º Arariboard (17/02/13)                                                                                                                     

Pausa pro carnaval, porque ninguém é de ferro e também quero sambar, o último sábado foi ainda com reflexo de feriado. Na casa, apenas eu e Fab, e aproveitamos pra apresentar jogos um para o outro.

Começamos com minha última aquisição, lançamento lindinho da última Essen, Seasons!

Durante 12 estações, os magos competem para ser o Grande Mago de Xidit. Devem conseguir energias e converter em cristais que serão os pontos de vitória. O jogo usa dados temáticos para determinar as ações de cada jogador, que podem ainda, usar cartas especiais para aprimorar sua jogada.

E são as cartas que mudam tudo. Fab saiu na frente me fazendo comer cristais mágicos por quase todo o jogo. Penei pra conseguir baixar minhas cartas, mas quando o fiz, foi o meu melhor combo: desconto para baixar cartas e ainda ganhava tokens de energia ao fazê-lo. Com isso, consegui um bom estoque de energia, que depois pude transmutar com valor superior graças a duas outras cartinhas mágicas. 
Assim, consegui recuperar as léguas de distância que o Fab já havia conseguido impor. Mas ele também tinha seus truques na manga. Com duas cartas ele matou o jogo, numa contagem ponto a ponto emocionante. A primeira foi um golpe de sorte, conseguiu baixar DE GRAÇA a carta que concede 30 cristais  e no final, sua última cartada foram mais 20 cristais por ter uma carta a mais do que eu. 


Ótima partida, jogo bem recebido e espero vê-lo em breve em outra joga do Arari.


Colocação:
Fabrício 226 pontos
Renata 212 pontos



Em seguida, foi a vez do Fab me apresentar o Pandemic. Foi uma grata surpresa, apesar de ficar tensa do início ao fim, gostei do bichinho.

A primeira partida parecia correr normalmente, com as doenças se proliferando em todos os continentes, mas eu e Fab divididos conseguindo contê-las. Chegamos a curar 3 das 4 doenças! O jogo parecia sob controle, mas não contávamos com 2 epidemias quase seguidas que dispararam uma série de outbreaks que nos fizeram perder a partida. :(


1a. partida: epidemias em todo o mundo.

Como tinha sido relativamente rápida, uns 40 minutos, pedi pra jogarmos outra. Esse jogo é daqueles que você, mesmo tomando porrada direto, quer voltar e apanhar de novo! Toda confiante, já entendendo como funciona, e SE ACHANDO pronta pra vencer, partimos!

Impressionante como foi uma partida completamente diferente da primeira. As doenças pareciam se concentrar apenas na Europa com surtos na Ásia. Tentamos nos dividir como antes, mas foi em vão. Precisamos correr os dois para a Europa, pois Paris parecia reviver seus tempos de peste e espalhando virus para todos os cantos do continente! Numa sucessão SURREAL, conseguimos bater o recorde de desparar 10 outbreaks, não curamos nenhuma doença e tudo isso em apenas 20 minutos de jogo!

2a e mais terrível partida: destruídos pela Europa x__X"
Incrível! Acho que esse foi um dos poucos jogos que me motivou tanto por perder! Apesar de ter um design bem simples e pouco atrativo, sua inteligência artificial funciona de maneira exemplar, dando uma grande rejogabilidade e um desafio constante aos jogadores.




  25º Arariboard (24/02/13)                                                                                                                     

Dia histórico no Arariboard pra fecharmos o mês bonito! Na primeira parte da tarde, Fabrício comandou a galera (Márcio, Michael, Nandes e Letícia - convidados especiais) na batalha dos monstros japoneses.

Foram duas partidas de King of Tokyo: na primeira, Márcio garantiu a vitória após morrer e dar a luz a um bebê que veio vingar a morte do pai! Com a proeza de vencer com 0 pontos!
Na segunda, Nandes comandou seu monstro à vitória, mostrando que convidado especial também tem vez e faz bonito!

Letícia e Nandes, o rei de Tóquio.

Cheguei a tempo de ver essa vitória e dividimos as mesas. Sim, o Arariboard deixou de ser um grupinho excluido no cantinho do Jambeiro, e agora ocupamos duas mesas! #umdiaagentechegala

Eu puxei uma partida de Seasons com Mike e Nandes. Letícia preferiu acompanhar só, enquanto Fab e Márcio jogavam Lost Cities.

Os meninos pegaram rápido o jeito do jogo, e Nandes começou invocando várias cartas especiais. Mike sofreu no início sem conseguir aumentar seu poder de invocação, enquanto eu estava conseguindo manter um bom equilíbrio. No meio da partida, consegui finalmente fazer uma boa jogada e pontuar 36 cristais, mas minha alegria não durou cinco segundos, pois em seguida, Mike encaixou umas quatro jogadas em sequência, marcando 20 pontos no mínimo em cada uma delas.
O último ano foi bem mais disputado, e nesse ponto, a experiência de já ter jogado fez uma pouco de diferença. Nandes visivelmente ia fazer uma bela jogada final que me jogaria pra última colocação, então, usei a carta da bota pra avançar o contador de tempo e terminar o jogo uma rodada antes.

Na contagem final, Mike disparou no contador, tentei persegui-lo, mas não deu. E aquela rodada que pulamos fez mesmo diferença pro Nandes. Mas ambos estão de parabéns, jogaram bem a beça.

Colocação:
Michael 185 pontos
Renata 175 pontos
Nandes 122 pontos




Arnie chegou logo que começamos, e juntou-se ao meninos revesando Lost Cities.

Nas duas primeiras, Fab duelou com Márcio na busca pelos tesouros e levou a melhor. Na última, Márcio e Arnaldo travaram o combate, com vitória pro primeiro.

Placar:
Fab 2 vitórias
Márcio 1 vitória
Arnie 0 vitória

Quando terminamos nossa mesa, os meninos começavam uma partida do jogo mais viciante do momento, o super temático deck building Star Trek DKB, que se tornou uma obsessão pra esses três ultimamente. Nós os deixamos imersos no espaço sideral (porque tinha que ir assistir ao Oscar, claro!).

Capitão Fabrício, Comandante Márcio e Doutor Arnaldo. 

Eu sabia que não iam se contentar com uma partidinha apenas, e realmente, encararam duas disputas no melhor estilo treker. Marcinho levou as duas! [espero que não tenham colocado vcs pra fora a vassouradas].


Excelente mês de jogas, com visitas importantes, retorno do Edu e do Mike, o grupo aumentando com novos membros Márcio e Arnanldo, e sempre com visitas ilustras. Continuemos assim e que venha Março!
Inté. ;)


3 de nov. de 2012

8º, 9º e 10º Arariboards

Quando se está sem jogar há algum tempo, o que lhe resta fazer é colocar o post dos dois últimos meses em dia ;) Então vamos aos relatos curtos, apenas para registrar, dos últimos Arariboards!

  FURARIBOARD DE SÃO COSME (o São Damião não foi)                                                             

Dia 27 de setembro, enquanto as crianças corriam atrás dos doces, os marmanjos faziam uma joga improvisada no meio da semana, um chamado de última hora, que acabamos apelidando de "Furariboard", tamanha foi a indecisão de quem ia, se ia, quando ia (eu inclusa). 

El Grande
2 a 5 jogadores / + 12 / 90 min

"Na Espanha Medieval, o poder do rei está diminuindo e os poderosos lordes estão disputando o controle de várias províncias. Após cada terceiro turno, os jogadores recebem pontos pelas regiões dominadas e, após o nono turno, o Grande com o maior número de pontos é o vencedor."


Eduardo, Renata, Fabrício e Carlos compareceram após muitas dúvidas se ia ou não rolar esse encontro. E foi ótimo. El Grande, com certeza e o perdão do trocadilho, está entre os grandes jogos de tabuleiro. De premissa bastante simples, mas com grande competição entre os jogadores, que a todo momento tentam dominar as províncias espanholas. Carlos tinha todas as expansões, mas jogamos apenas o básico mesmo, que já é excelente.


A competição começou a ficar acirrada no final quando eu e Eduardo ficamos marcando um ao outro. 

Mas não teve jeito, Edu ficou em primeiro, seguida por mim, Fabrício, e o Carlos, atípicamente, atrás. 

  8º Arariboard (30/9)                                                                                                                               

No domingo, estávamos lá de novo. Carlos havia viajado, então fomos apenas Fabrício, eu e Eduardo, que havia comentado a semelhança de mecânicas entre o El Grande e o Age of Empires. Então, resolvemos jogar para ver. 

Age of Empires III
2 a 5 jogadores / +10 / 120 min
 
"O jogador assume o papel de uma potência colonial, em busca de fama, glória e riquezas no Novo Mundo. Conforme você avança através das três eras, você pode lançar expedições de descobrimento, colonizar regiões e expandir suas práticas mercantis."


Difícil encontrar alguém que não conheça a versão homônima deste jogo para videogame/computador. Eu mesma fui uma que joguei muito, mas, o tabuleiro, de igual só tem o tema. A mecânica e objetivos são completamente diferentes.


Repetindo o que tinha acontecido na quinta-feira, lá estávamos eu e Edu nos marcando novamente. Mas desta vez eu não tinha nem chance, afinal, ele era expert neste jogo, e era só a minha primeira partida. Fab ficou jogando "sozinho". Já comentei com ele que qualquer jogo que tenha a possibilidade de fazer set-collection, lá vai estar ele monopolizando essa ação. E desta vez não foi diferente. Enquanto eu e Edu batalhávamos pelas novas colônias, Fab colecionava os tiles. Não que seja uma estratégia ruim, é muito boa, mas apenas ela não permitiu a vitória.

Colocação:
Eduardo 120 pontos
Renata 93 pontos
           Fabrício 72 pontos


Drako
2 jogadores / +8 / 30 min

"Os anões conseguiram prender o dragão num vale sombrio ao pé da montanha onde ele vive – aparentemente, dragões não resistem ao cheiro de ovelhas recém abatidas – mas apesar de estar acorrentado, o dragão ainda é jovem e feroz, tornando difícil a tarefa para os anões, que têm que matá-lo, sem que sejam eles próprios mortos."



 Edu foi embora, e Fab e eu aproveitamos para estreiar a cópia do Fab, recém-chegada, de Drako. [Xandão, não me esqueci do seu pedido!]. Jogo para duas pessoas, cada jogador escolhe um "time", os anões guardiães ou o dragão.

Apesar da aleatoriedade das cartas de cada deck, é possível se construir uma estratégia. Jogamos duas partidas, eu com os anões e o Fab com o dragão. Na primeira, fui massacrada pelo Fab. Na segunda, após discutirmos algumas táticas, consegui vencê-lo.Bom jogo.

 

  9º Arariboard (14/10)                                                                                                                              

Depois do hiato do 1º turno da eleição, a galera se reuniu novamente. Eu cheguei um pouco atrasada, e encontrei o pessoal já jogando.

Ascension: Chronicle of the Godslayer
2 a 4 jogadores / +13 / 30 min 


"Em Ascension os jogadores precisam gastar Runas para adquirir cartas mais poderosas para seus decks. Ele oferece uma experiência de jogo dinâmica, onde os jogadores precisam ajustar suas estratégias de acordo com as situações de jogo."

Deck-building da mesma galera do Magic. Carlos, Graça e Fabrício disputavam o poder com seus combos de cartas e magias. Carlos já estava com uma mesa farta a sua frente, fazendo combos um atrás do outro, e garantiu sua vitória.

Colocação:
Carlos 79 pontos
Graça 69 pontos
           Fabrício 50 pontos

Thebes
2 a 4 jogadores / +10 / 60 min


"Os jogadores são arqueólogos que devem viajar pela Europa para obter conhecimentos de cinco antigas civilizações. Utilizando-se desses conhecimentos eles escavam em sites históricos dessas civilizações. Durante o jogo exposições são feitas, e os jogadores que tiverem tesouros das civilizações necessárias podem vendê-los."



Jogo super leve, família e com temática que gosto muito. Mas devo confessar que o fator sorte é altíssimo e muito difícil de se burlar. Eu e Graça estávamos super azaradas, enquanto os meninos tinham mais sorte.  O jogo pode ser dividido em duas fases, busca de conhecimento nas cidades européias (aquisição de cartas) e escavações no Egito, Grécia, Mesopotâmia, Palestina e outros (tirar tiles do saquinho). No quesito "escavações", só tirávamos areia! Se fosse batalha naval, seria "água", nada de encouraçado... 


A terceira parte, de exposições, foi pouquíssimo explorada, eu bem tentei, mas o azar não permitiu que conseguisse as peças, e somente o Carlos conseguiu expor sua coleção.

 
Final disputadíssimo entre os homens, com direito a foto com pose de vitória!

Colocação:
Fabrício 53 pontos
Carlos 52 pontos
           Renata 42 pontos
           Graça 37 pontos


  10º Arariboard (28/10)                                                                                                                            

Segundo turno da eleição em Niterói e não pude comparecer pela segunda semana seguida. Se não me engano, nem rolou na semana anterior. Mas Fabrício e Carlos foram representar a classe lúdica, firmes e fortes no Jambeiro.

Rolaram duas partidas de Race for the Galaxy com a 1a.expansão, uma de Lost Cities e uma de Drako. Esses dois últimos, jogos para 2 jogadores, então, foi bem aproveitada a oportunidade. Quanto ao Race, já se tornou uma tradição a partida entre esses dois.

Fim de mais um relato, espero não demorar tanto para contar o próximo! ;)



26 de set. de 2012

6º e 7º Arariboard

Hoje o post é duplo pra cobrir a joga do domingo retrasado (16) e deste último (23), sem deixar furos com a nova tradição niteroiense.

  6º Arariboard: enquanto existirem dois jogadores, a lenda continuará!

Pode parecer enredo de jogo épico, mas foi a joga da última semana, com os dois desbravadores das galáxias: Fabrício e Carlos.

RACE FOR THE GALAXY
2 a 4 jogadores / +12 / 60 min

"Os jogadores competem para explorar a galáxia pela resolução de novos mundos e desenvolvimento de novas tecnologias. Cada vez um jogador escolhe uma ação, mas os outros irão partilhar nas ações escolhidas. Ao final, o jogador com mais pontos é o vencedor!"

Este jogo tem um grande fã-clube, principalmente masculino, mas confesso que não curto muito. Mas, já é figura fácil pra dupla Fabrício e Carlos. Foram duas corridas inter-espaciais em busca de planetas, poderio militar, produção e venda de recursos. E Carlos levou a melhor nas 2 partidas.

cartas, cartas e mais cartas... (foto BGG)



  7º Arariboard: se sua nave explodir, tudo bem, peça uma pizza!

E se estamos no país da pizza, ops, não? Mas dos escândalos com pizza, pode ser? Estão tá valendo. No último domingo, o grupo estava mais presente, éramos eu, Michael, Fabrício, Graça e Carlos.

KING OF TOKYO
2 a 6 jogadores / +8 / 30 min


Como "aperitivo", descrito pelo Fab, começamos com uma destruiçãozinha básica de Tóquio, no melhor estilo Jaspion da vida. Mas aqui, não é a cidade que importa, mas a soberania dos mosntros! Afinal, a capitão do sol poente está infestada, e eles não admitem concorrência, descem porrada mesmo uns nos outros!

 Cada jogador assume o papel de um monstro, grotesco ou cibernético, e deve tentar sobreviver aos ataques alheios e machucar o máximo que puder os oponentes. As regras são extremamente simples. Quem está em Tóquio, bate em geral. E geral bate em quem está em Tóquio. No seu turno, cada jogador rola um conjunto de dados que poderão lhe atribuir pontos de vitória, vida, energia e claro, permissão para bater. Além disso, cartas com poderes especiais (muiiito cruéis) podem ser compradas para incrementar suas ações.

componentes (BGG)
Eu, Renata "Alienoid", resolvi dar a cara a tapa e me instalei por um longo período no centro da capital japonesa. Permanecer na cidade tem suas vantagens, e rapidamente ganhei 12 pontos de vitória! Mas também tem seus riscos... deixei a ganância falar mais alto e arrisquei permanecer com apenas 3 pontos de vida. Não deu outra, Michael "Kraken" me trucidou, espalhando meus olhos alienígenas para todo o lado. Mas o fim dele estava próximo, pois Fabrício "MekaDragon" não tardou a lhe arrancar as algas do estômago, e o Kraken veio fazer companhia ao Alienoid no cemitério de monstros.

Os monstros! (BGG)
A luta agora parecia acirrada, pois Graça "CyberBunny" e Carlos "GigaZaur"estavam com uma saúde de ferro! Mas MekaDragon queria mudar isso! Não teve nem chance, foi dizimado também. O nosso casal campeão foi para uma batalha sangrenta e depois de muitas farpas trocadas (eles são duros na queda), o Coelho Cibernético levou a melhor!


Campeã: Graça "Cyber Bunny"

GALAXY TRUCKER 
2 a 4 jogadores /+10 / 60 min

"Seja um comerciante nesta emocionante disputa espacial! Em Galaxy Trucker, os jogadores devem preparar suas naves e enfrentar os perigos do espaço encontrados por naves de comércio de mercadorias diversas."

 Ok, a premissa que eu tinha era de ódio, trauma e naves explodidas no vácuo espacial (Gian, essa é pra você!). Mas tudo bem, estamos aí pra nos divertir, vamos ver qual é. Os olhos do Carlos até brilhavam de cruel satisfação ao explicar as regras, que são relativamente simples. E é na simplicidade que a complexidade se esconde.. confuso? Você não viu nada...

O jogo se desenvolve em três rodadas, cada uma referente a uma viagem espacial, sendo que na primeira, temos uma nave simples; na segunda, um pouco maior; e na terceira, uma nave de "responsa".
O charme do jogo é cada um construir a sua própria nave com peças que estão viradas para baixo no centro da mesa, num misto de dominó com quebra-cabeças. Parece simples, MAS NÃO É! >.<" Você precisa montar a melhor nave possível, antes que o tempo acabe, sem se esquecer dos canhões de laser, das baterias, do compartimento de cargas, da tripulação, e claro, dos motores. DOS MOTORES, RENATA! Afinal, o que é uma nave sem motores?... lixo flutuante espacial ¬¬"

componentes da nave (BGG)
Depois das naves construídas, uma série de cartas (que vão ficando mais malígnas a cada rodada) é virada e resolvida. Podem ser cartas de planetas ou ataques piratas. Mas até a mais simples delas pode ser a mais cruel: Open Space... no coments...

Enfim, já começo dizendo que não consegui concluir minha nave! Os meninos viraram a ampulheta de tempo e minha nave, adivinhem, ainda não tinha MOTORES! #morre Eu tinha uma chance mínima de sobreviver à corrida espacial, era só não sair Open Space, momento em que as naves usam de seus... motores... para avançar. Como a minha não tinha... vagou indefinidamente no espaço. Mas esse é um jogo cruel para muitos, e poucos conseguem chegar ao final da viagem de cada rodada.

Na montagem da segunda nave, achei que estava abafando, fiz uma nave compacta, toda fechadinha, a prova de pequenos meteoros, com escudos, recarregador de bateria e tudo mais... mas... meu carma! Errei uma conexão e perdi três motores! Fiquei ao menos com um motor simples. Mas isso foi o de menos, as cartas estavam terríveis, e sofremos ataques direto! A nave da Graça foi destruída ao meio, para desespero de seus tripulantes. A minha teve o centro de comando atingido também, e perdi a segunda nave.

Cartas terríveis que deviam se chamar: "Aqui terminam suas esperanças..." (BGG)
Já estava no "play for fun" vendo o Michael e o Carlos acumulando Cosmic Credits e eu no negativo do negativo, incapaz de pagar pelas peças de minha nave. Mas queria me superar na terceira rodada. Juro que caprichei (ou pensei que tivesse caprichado). Corrigi os erros que tinha cometido até então. Enchi de canhões e motores, e tudo o mais... mas me preocupei de novo em fazer uma nave herméticamente  fechada e dancei. A nave do Carlos era um escândalo! Com canhões de ponta a ponta, laterais e traseiros. Se não me engano, só não utilizou 4 dos espaços de construção.

Se eu achava que a segunda rodada tinha sido cruel, a terceira conseguiu ser pior! Piratas e chuvas de meteoros arrasadoras não nos perdoavam! E que dados malditos que nos abatiam da pior forma! Desta vez perdi toda  a tripulação, mas consegui que a nave fantasma ao menos chegasse com os produtos. Graça e Fabrício também tiveram problemas, mas também entregaram seus produtos.
Minha 3ª nave, ou o que sobrou dela...
3 viagens, 3 vezes sem terminar, com a nave destruída, a primeira sem motor, a segunda sem o centro de controle, e a terceira sem tripulação. Um marco, mas tenho certeza que não sou a única :P O jogo é tão cruel, que você quer revanche, não contra os jogadores, mas contra o jogo!

hum.. o que existirá em comum além da camisa verde? Muitos pontos!
Colocação:
Carlos 65 pontos
Michael 53 pontos
           Fabrício 15 pontos
           Graça 0 ponto
           Renata 0 ponto

E depois desse chororô todo, só com uma pizza deliciosa do Jambeiro pra melhorar os ânimos =^-^=

13 de set. de 2012

5º Arariboard

Domingão fechando o feriado prolongado em grande estilo com a galera de Nikity. Dois grandes jogos ganharam mesa, o primeiro já é figurinha carimbada, e depois dessa joga vai ganhar um descansozinho, e o segundo, uma estréia de expansão. Confiram!

LAST WILL
2 a 5 jogadores /+12 / 75 min


Apresentei o jogo ao pessoal: Fabrício, Carlos, Graça e Michael e depois começamos a gastança. Jogando com o intuito de ensinar, não liguei muito pra estratégia. Como sempre, a maior dificuldade inicial é se acostumar a iconografia, mas a turma tirou de letra, e no terceiro turno já estavam fera! 

Começamos com 70 dinheiros e Graça estava arrepiando com o combinho de manutenção gratuita e gastos extras com o teatro. Mike investia apenas em eventos. Fabrício em propriedades. Eu estava tentando usar bem os ajudantes, mas não estava sendo suficiente, já o Carlos usou bem seus ajudantes.

Quando entramos no quarto turno, eu já estava de cabelos em pé! Graça estava a pouquíssimos dinheiros de decretar a bancarrota. Precisava apenas vender sua propriedade. Com um pouco mais de experiência no jogo, ela poderia ter encerrado ali, mas acabamos entrando no quinto turno. Fiz o que pude, me livrei da minha mansão, fazendo um péssimo negócio. Gastei o máximo que pude, mas sabia que estava lutando pela lanterninha do placar.

Carlos e Graça eram os últimos a jogar na rodada, e ele conseguiu falir! Em seguida, Graça também faliu! Mas, para o nosso casal campeão ainda havia o desempate que favoreceu Carlos na linha de planejamento.

Casal campeão: Carlos e Graça
O pessoal gostou e o resultado final foi:

Colocação:
Carlos $0
Graça $0
               Renata $16
               Fabrício $21
               Michael $22


STONE AGE: STYLE IS THE GOAL
2 a 5 jogadores /+13 / 75 min

Após desesperados pedidos meus, jogamos a expansão de Stone Age lançada ano passado: Estilo é o objetivo! Ela introduz novos elementos à vila da Idade da Pedra, são ornamentos feitos de ossos e marfim que rendem ao jogador status de mercador na tribo. Além disso, a expansão traz novas cartas de civilização e novas construções. Entre as novidades estão a nova carta de cultura (que pontua ao quadrado no final do jogo), a carta de presentes para todos com itens diferentes (como meeples, ornamentos, nivel de troca, etc) e construções que se tornam campos exclusivos de produção de recursos.

Uma parte do tabuleiro foi refeita para entrar essas novidades e é colocado sobre o tabuleiro antigo. Mas a mecânica continua a mesma, o que permite explicar todo o jogo incluindo a expansão a novos jogadores sem que essas novidades tornem-se um fardo a mais.

Tabuleiro com o detalhe da expansão
Fabricio acompanhou a explicação para conhecer o jogo e depois partiu, jogamos em quatro: eu, Carlos, Graça e Michael. No começo, os ornamentos (ou enfeites, bijuterias, ou qualquer outro nome que lhes dêem) eram uma novidade, e o pessoal não sabia muito bem como lidar com aquilo, se valia a pena investir neles ou não. No quarto turno, mais ou menos, começou a se ver que era sim uma boa idéia, e Michael e Graça conseguiram monopolizar o mercado de troca. 

A existência de uma quinta carta de civilização a ser paga com os enfeites também foi uma boa pedida, pois, pagando o dobro (6 ornamentos) conseguia-se uma outra carta fechada.

Os prédios da expansão (como foi embaralhado com os originais) apareceram pouco, então não foi um fator muito desequilibrante, mas mesmo assim, foram muito interessantes, como o que Carlos pegou logo no início que lhe rendia uma madeira por turno.

O final pareceu disputado, mas Graça deixou a todos no chinelo e quase deu voltinha em todo mundo! Olha o poder feminino ai, gente! :)

Colocação:
Graça 190
Carlos 147
           Renata 144
           Michael 124


4 de set. de 2012

4º Arariboard

Setembro começou com tudo! E já no primeiro final de semana tivemos duas jogas paralelas. A primeira, confirmando presença mais uma vez no Jambeiro, em Niterói, a galera curtiu dois jogos pelo Arariboard. O registro da jogatina de hoje conta com a estréia do Fabrício, seja muito bem-vindo! (eu volto no final do post ;) )

Survive: Escape from Atlantis!
2 a 4 jogadores /+8 / 60min

"Survive é um jogo cruel, onde os jogadores procuram retirar suas peças de uma ilha que está lentamente afundando no mar. Cada jogador controla 10 pessoas e tenta retirá-los em segurança para as ilhas vizinhas antes que a principal ilha exploda. Os jogadores podem nadar ou usar barcos para viajar, mas devem evitar serpentes marinhas, baleias e tubarões em seu caminho."

Presentes hoje: Eduardo, Graça, Carlos e eu (Fabrício). Jogamos dois jogos. Primeiro, de aperitivo, "Survive: Escape from Atlantis!", a minha cópia que por coincidência havia chegado no mesmo dia. É um family game, obviamente bem mais simples do que os jogos que jogamos até agora no Arariboard, mas tem momentos de tensão e de riso, quando a ilha vai se despedaçando e os meeples estão no mar à mercê de tubarões, baleias e serpentes marítimas. Acho que todos gostaram.  

 
No final, a Graça ganhou o jogo, mas não cheguei a registrar os scores.

Dungeons & Dragons: Wrath of Ashardalon
1 a 5 jogadores /+12 / 60min

"Uma pesada sombra cai sobre a terra, lançada de uma torre escura que arrota fumaça e escorre lava ardente. A boca da caverna leva a um labirinto de túneis e câmaras, e lá no fundo, em suas profundezas, há um labirinto infestado por monstros a espreita. E  a criatura mais assustadora de todas é um dragão vermelho!"


O segundo jogo foi "Dungeons & Dragons: Wrath of Ashardalon", do Eduardo. Jogo cooepartivo do universo de Dungeons e Dragons, mas com mecânicas bem diferentes do Lords of Waterdeep que jogamos há algumas semanas. Esse foi bem pesado, é um jogo muito dependente de texto em cartas e isso atrasa, principalmente se os jogadores estão aprendendo o sistema.

Tauleiro modular sendo montado.

Cartas do Clérigo
Durou quase três horas e o grupo de aventureiros foi aniquilado. O detalhe engraçado: logo no início, meu personagem, um clérigo, caiu num buraco e eu, que estava mais querendo jogar esse jogo, passei metade do tempo preso no fundo, jogando d20 sem sucesso pra sair. Quando finalmente saí do buraco, puxei uma carta de encontro que me sugou para outra dimensão.



Até a próxima!
Fabrício


Enquanto isso NA VILA DO CHAVES...

...do outro lado do mundo (no Recreio) o grupo original do Desbussolados se reunia na casa nova do Samuca. Estavam todos lá, Samuca, Dani, Fabi, Zé, e mais uma grande galera: Laura, Ana Alice, Eduardo, Marcela, Fernanda, Letícia, Enio, Motokane, Carol, Hebert, Guile, Gui Gobbi, Aleques, Raquel, Maria Silvia, ufa! O encontro era pra celebrar a casa nova, mas, como bom viciado que Motokane é, estava preparado para um grupão desses e levou o famoso jogo dos lobisomens. Confesso que tinha ressalvas, não quanto ao jogo, mas quanto a todos toparem embarcar nele. Mas acabou funcionando muito melhor que o planejado!

Ultimate Werewolf
5 a 68 jogadores / +8 / 30min

"Sua pacata e silenciosa vila do século 16  torna-se, de repente, infestada por lobisomens muito hostis! Será que você e os outros moradores podem encontrá-los antes que eles devorem a todos?"

Como falei no Facebook, o conteúdo narrativo das 3 partidas insanas que rolaram tiveram que ser censurados piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
Mas o que eu posso dizer é que  as vilas da idade Média nunca mais serão as mesmas, rsss. 

parte da galera durante a primeira partida (foto by Fê)
E quanto aos jogadores, destaques para:
3º lugar: Leticia, a loba-eu-me-ferro-mas-levo-os-outros-juntos
Na primeira partida, ela era a loba renegada, que precisava ser a última a sobreviver. Mas foi a primeira a ser morta, e num impulso, delatou as outras duas comparsas.
2º lugar: Hebert, o cidadão mais procurado em todas as vilas
1º lugar: Laura, a loba-mãe-de-cinco-filhos que quase ganhou a terceira partida. Mas merecia ter ganho, jogou muito bem, mas foi vencida pelos argumentos do Enio. E arrebatou o troféu Loba da noite.
 
Menção honrosa ao nosso mestre de cerimônias, Motokane, com suas tiradas malucas! A terceira partida foi jogada na idade da pedra!

Enfim, três partidas hilárias que espero empolguem o pessoal a jogar mais vezes! ^-^ E três vivas pro Samuquinha, da Fenda do Biquini para a Vila do Chaves! (os fortes entenderão).