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25 de jan. de 2013

19º, 20º, 21º Arariboards + Furariboard

2013 começou tão agitado, que mal esperamos acabar as festividades para cair no vício de novo. E quem disse que dava pra esperar até domingo? O jeito foi puxar um Furariboard básico pra iniciar os trabalhos logo depois da virada do ano! :)


  Furariboard (3/01/13)                                                                                                                      


Começamos com o épico grego Cyclades. Brito, Fabrício e eu disputávamos os favores das divindades do Olimpo na luta pela construções de duas metrópoles.Sem dúvida é um jogo que chama muito a atenção, seja pela arte ou pelos componentes. Mas como jogo mesmo, deixa um pouco a desejar. As próprias miniaturas, super detalhadas, quase perdem a função, e as cartas não tem seus efeitos muito bem aproveitados. O jogo gira em torno de um troca a troca de favores divinos enquanto o jogador tenta construir suas metrópoles. Aquele que construir duas primeiro vence o jogo. Britão já abriu o placar conquistando a primeira vitória do ano!




Depois foi a vez do San Juan, também conhecido como "Puerto Rico de bolso". Sempre que o tema vem a mesa, rola uma discussãozinha básica, na camaradagem (claro), em torno da relação Puerto Rico x Race for the Galaxy. Pra apimentar ainda mais a discussão, Brito trouxe o San Juan, que é a versão simplificada em card game do PR. E bota simplificada nisso! Todos os principais elementos do original estão lá, mas não se tem dinheiro nem colonos, tudo é pago e ativado usando as próprias cartas. E (pausa de meia hora pra discutir semelhanças e diferenças com o Race) continuamos o jogo. Pausa de novo pra falar das vantagens e desvantagens, e segue o jogo.

Em suma, achei o jogo simples, mas cumpre seu papel que é justamente esse, e mais rápido. Ponto pra ele. Mas fica por ai. Vale a pena para os afixionados pelo original, mas que não tem tempo para partidas mais longas.



  19º Arariboard (6/01/13)                                                                                                                   

Agora sim, estréia oficial do evento este ano, contando com as presenças ilustres de Graça, Brito, Fabrício e a minha. Levei o meu xodózinho que dá cara ao nosso blog, o Endeavor, mas na versão alemão, que se chama Magister Navis (é tudo igual, só muda o formato da caixa). 

Endeavor é um jogo médio-light, de explicação bastante simples e com boa dose de estratégia. O tema, claro, versa sobre a conquista marítima européia quando do descobrimento do resto do mundo. 

[Confiram a resenha completa no próximo mês na Ludo Brasil Magazine e aqui no blog em breve.]

Graça reafirmou seu instinto combativo e não deixava passar nenhuma cidade. Eu bem tentei quebrar a rota contínua dela, mas só fiz perder trabalhador com isso. Fab apostava nas rotas de navegação, enquanto eu e Brito adotávamos uma estratégia mais equilibrada entre conquistar e navegar. Curiosamente, a relação de prédios do Brito e da Graça  ficaram iguais, assim como os meus e os do Fabrício. Para a galera que gosta de levantar estatísticas, mesmo com os tabuleiros espelhados, a abordagem de cada jogador no jogo revelou um resultado completamente distinto. 


Colocação:
Renata 50 pontos
Graça 44 pontos
Fabrício 43 pontos
Brito 38 pontos



Em seguida, fomos de Princes of Florence, excelente jogo em que temos que promover os artistas na época de ouro florentina. O que costuma chamar a atenção nesse jogo é o mecanismo estilo tétris, em que temos que construir a cidade com jardins, palácios e outros edifícios. Fab quase conseguiu a proeza de preencher todos os espaços, faltando apenas uma peça já preparada! Poderia ter marcado muitos pontos extras com uma determinada carta bônus. 

tabuleiro tétris do Fab quase completo

O jogo evolui em dificuldade a cada fase, pois os requisitos para o patrocínio do artista vão aumentando, e você precisa garantir bons recursos da fase de leilão para poder aumentar seu valor de mercado, como o bobo da corte, por exemplo. Engraçado como em algumas rodadas um item chega a escandalosos 1000 florins e na rodada seguinte sai quase de graça por 200 florins.




Jogamos a versão francesa, que tem uma arte muito mais caprichada que a americana. Mas, embora mais bonito, acabou gerando discussões pela dificuldade da leitura, não é, sr Brito? Na próximo, vamos de inglês mesmo, por favor. >.<"

Colocação:
Brito 69 pontos
Fabrício 49 pontos
Renata e Graça 48 pontos

  20º Arariboard (13/01/13)                                                                                                                   

Essa semana tivemos convidados especialíssimos, diretamente do site Aventuras de Ler a amiga de tabuleiros Tatiana Laai, e o casal Jorge e Elimar. Completando a mesa, o trio de sempre, Fab, Brito e eu.
Como o casal pegou um engarrafamento na ponte devido a um acidente (muito comentado por sinal), começamos com a reprise do Survive, mas que era novidade para mim e Tati.

Muito divertido, o jogo parte do princípio de que Atlântida está desmoronando e cada jogador deve tentar salvar sua população para terra firme. Ao contrário do jogo Atlantis, em que tentamos salvar tesouros, neste temos é que salvar a nossa pele mesmo! Pois assim que saimos da proteção da ilha, estamos sujeitos a ataques de tubarões, baleias e serpentes marinhas!

A estratégia do jogo fica por conta da condição de vitória. Cada náufrago tem um valor de 1 a 6. Quando os colocamos na ilha, sabemos quanto cada um vale, mas cabe a sua memória lembrar quem é quem, pois não poderá mais ver os valores até o final do jogo. Ganha o jogo quem conseguir mais pontos com os meeples salvos e não necessariamente quem tiver salvo a maior quantidade de meeples. Mas depois da terceira rodada, eu confesso que já não sabia mais quem era quem, e tentei salvar a maior quantidade possível mesmo. Por sorte, funcionou! :)


Ótimo family game e muito bom para jogar com amigos não iniciados! Só cuidado para não despertar os instintos assassinos escondidos! ;)
Elimar e Jorge chegaram quando já tinhamos começado, mas eles assistiram participando e colocando "fogo" na brincadeira, super divertidos! 

Colocação:
Renata 16 pontos
Brito 13 pontos
Fabrício 12 pontos
Tatiana 0 ponto

Como o casal visitante queria conhecer um pouco mais esse universo, e por virem do Aventura de Ler, Tati sugeriu que jogássemos Dixit, e acertou na mosca!

Jorge deu um show a parte, tadinho. Como estava sem óculos, não conseguia entender direito algumas cartas. Mesmo dizendo para que ele se "livrasse" das que não entendia em uma outra jogada, ele insistiu que queria saber o que estava desenhado. Determinado, levantou-se e "convocou" uma comissão de análise com os garçons do Jambeiro! Foi engraçadíssimo vê-los discutindo o que poderia ser, até porque, um deles, sempre que podia, se aproximava mais da mesa para acompanhar o jogo!

Tati manteve seu coelhinho na dianteira por bastante tempo, mas Fabrício acabou ultrapassando-a e marcando os 30 pontos que encerravam o jogo (enquanto aguardávamos a jogada combo de virada característica do Brito marcando 20 pontos. Mas elas são só para os euros, no party game não rola. - tadinho, enchemos a paciência dele com isso.)
 

Fab se recusou a fazer a volta da vitória, tsc tsc, u_u Só porque era com o Dixit... bullying! :P


Colocação:
Fabrício 32 pontos
Tati 28 pontos
Elimar e Renata 26 pontos
Jorge 22 pontos
Brito 20 pontos

Nos despedimos do casal super gente boa, e fechamos a noite com 7 Wonders com a expansão Leaders. (Infelizmente não anotei a maravilha de cada um.)

Brito fez as vezes do Warny e combou ao máximo com a Ciência (cartas verdes). Eu peguei um lider que me dava vantagem em perder no militar, e juro que tentei não construir nada nesse sentido, mas as malditas cartas vermelhas vinham para a minha mão. Acabei fazendo muitos pontos com elas e não utilizando o líder. Fab e Tati estavam bem com as cartas azuis que dão pontos de vitória. Mas a contagem é sempre emocionante! Fiquei super feliz por passar a minha marca de 50 e pouquinho, entrei na casa dos 60 fazendo meu melhor jogo até hoje! Brito garantiu quase sua pontuação total naquele combo mágico, e Fab arrasou na diferença por um ponto!


Colocação:
Fabrício 61 pontos
Renata 60 pontos
Brito 57 pontos
Tati 42 pontos


  21º Arariboard (20/01/13)                                                                                                                   

 Penúltimo encontro do mês, desenterrei o Tikal do armário e fomos desbravar a floresta maia. Nesse dia o convidado da vez era Márcio, amigo geek super camarada do Fab (bem-vindo a Niterói e ao grupo!).

Neste primeiro jogo, os arqueólogos então em busca da cidade maia, Tikal, e devem entrar na floresta, estabelecer acampamento e escavar templos em busca de tesouros. Bastante diferente da sua continuação Tikal II, este é muito mais estratégico, cerebral e silencioso. A complexidade dos movimentos tendem a deixar o jogo mais longo com o passar das fases, pois existem muitas variáveis a serem pensadas. 

floresta dominada ao final do jogo

Acabamos jogando com duas regras erradas (sorry!) que mudaram fatores importantes no jogo, então, ele provavelmente vai precisar ver mesa de novo pra poder fazer uma avaliação melhor. De qualquer forma, é um bom jogo, mas eu esperava mais diante de tantos elogios que ouvi. A segunda versão faz mais o meu perfil e continua sendo o preferido dentre os dois. Mas, sem dúvida é uma ótima série, o que me deixa ainda mais curiosa pra conhecer os outros: Java e Méxica!


Campeão (Fab) e vice (Márcio).


Colocação:
Fabrício 85 pontos
Márcio 69 pontos
Renata 61 pontos
Brito 58 pontos


E amanhã tem mais, com a última joga do mês!


6 de dez. de 2012

O Campeonato que foi... ou não foi?

Eis que num belo dia, Warny resolve propor um campeonato de 7 Wonders. Já havíamos conversado algumas vezes sobre fazer "campeonatos" entre a turma, tirar um ou dois dias para fazer uma série de disputas e ver quem realmente é fera em determinado jogo. Quando ele propôs isso esta semana, fiquei super empolgada, mais pelo evento em si do que pelo tema. 7 Wonders (e sei que vou ser massacrada agora) realmente não me empolga muito. E embora a maioria diga o contrário, não demorou a rolar uma debandada para outros títulos. Enfim, Warny definiu que o "campeonato" seria num ritmo mega-light ao longo do ano, então: desencanemos. Quando rolar, rolou.

Enfim, sim, começamos os trabalhos com a partida inicial de 7 Wonders com a expansão Leaders e vários tabuleiros promos. Na mesa Lu, Warny, Victor, eu e Fabiana, que compareceu arrastada contra a sua vontade (que era aproveitar a praia num fim de semana típico de sol). Uma das regras do "campeonato" é não repetir tabuleiro, então, nosso juiz está anotando todas as nossas escolhas.

Eu estreei o tabuleiro promo Manneken Pis (A) que é bem interessante. Além de começar o jogo com mais 4 dinheiros, as minhas maravilhas copiavam os efeitos das maravilhas dos vizinhos (neste caso, da Fabi e do Victor). Já o lado (B) tinha apenas um nivel de maravilha ultra-mega-bombástica que fiquei com medo de não dar conta, e dava uma pontuação absurdamente boa incluindo uma cerveja mexicana (!?!??!).



Foi uma partida com bastante escassez de matéria prima, o que gerou um xingamento coletivo, cada hora partindo de um lado. Ninguém reclamava consigo mesmo: "poxa, eu não investi em recursos", era sempre "caramba, fulano, por que VOCÊ (vizinho) não investiu em recursos?". Básico :P

O segundo ponto básico sempre era: BLOQUEIE AS CARTAS DE CIÊNCIAS (verdes) DO WARNY!!!! Ele é uma máquina de fazer combo, vocês não tem idéia. Fabi que estava com a maravilha da Babilônia que tem o bônus da ciência nem teve chance. Warny conseguiu simplesmente uns 3 ou 4 Leaders que facilitaram sua vida nesse quesito, um monstro! O que teve de carta verde virando maravilha não foi brincadeira!

Entre mortos e feridos, a partida teve um excelente resultado. Pela primeira vez, independente da colocação que tivesse, eu sentia que tinha feito uma boa partida, equilibrada (para os meus padrões) e fiquei satisfeita. O consenso geral parecia ter sido esse, o que é bem raro de acontecer, afinal, em qualquer jogo, sempre tem quem não fique satisfeito. E o placar mostrou isso, super equilibrado, com todos bem próximos na pontuação, e com um campeão inédito! Melhor, dois campeões! Empate entre Lu e Warny! Parabéns!

Colocação:
Lu e Warny 61 pontos
Fabi 57 pontos
           Renata 55 pontos
          Victor 53 pontos


Acabada a partida, o restante do pessoal chegou, Daniel, Gian e Tati. Após muita discussão de quais mesas seriam montadas pois mais da metade queria estreiar o Tzolkin (eu, eu, eu, gritavam todos), justo ele acabou ficando de fora para não semear a discórdia.

Lu, eu, Tati e Gian ficamos com Terra Mystica, enquanto Fabi, Victor e Warny ficaram com Dungeon Lords (após desistência do Daniel aos 45 do segundo tempo). 


Terra Mystica é um grande conglomerado de regras de jogos conhecidos, que unidas, tornaram-se um outro grande jogo. A temática, que poderia ser super interessante, pura fantasia, se perde entre as mecânicas e passa apenas a distinguir cores. Mas não se desiluda, é um grande euro, destaque entre os lançamentos deste ano.


Minha personagem era a Sereia, que me dava o poder de "avançar" sobre a água criando uma adjacência territorial. Tati era nômade, e iniciava a partida alocando 3 casas, e depois poder conformar terrenos a seu favor. Já a Lu era o oposto, Maga solitária, só podia alocar uma casa no início, em compensação, seus benefícios eram mais baratos, entre outras coisas. Gian era a Bruxa da floresta, e podia colocar casa em qualquer floresta mesmo não estando adjacente.

Inicio do jogo, todos as peças são alocadas sobre o tabuleiro pessoal.
Cada um de posse de seus poderes especiais, começamos a partida bem equilibrada. Apenas a Lu já havia jogado, então estávamos conhecendo os detalhes do jogo (que são muitos) e pentelhamos muito o Victor com perguntas. Mas o campeão do "mimimi" foi o Gian, sempre se achando inferior às mulheres da mesa. Tudo t-e-a-t-r-o! O salafrário estava muito bem, se manteve assim e no final ainda deu uma disparada na pontuação pra nós três comermos poeira. O final ficou emocionante com uma disputa pela maior cidade entre mim e Tati. Foram algumas jogadas até que, sem mais recursos, empatamos e dividimos os pontos.


De "gentleman" a Rei do "mimimi".

Colocação:
Gian 90 pontos
Renata 85 pontos
           Tati 82 pontos
           Luciana 74 pontos






Enquanto isso, na outra mesa, Victor, Fabi e Warny jogavam Dungeon Lords com a nova expansão Festival Season.

Victor e Fabi empataram, mas ele concede a vitória moral a ela.



demônios das masmorras!

Enquanto a partida deles não terminava, Gian puxou um baralhinho pra ensinar poker pra Lu. Foi super rápido, enquanto lanchávamos, e bastante divertido. Ela logo perdeu o medo com as apostas de mentirinha e a disputa ficou quente! A mesa dos meninos terminou, então, para não demorar mais, eu e Lu fomos de "all in", apostando todo nosso falso e pobre dinheirinho! Ela com um belo jogo, eu com um mísero par: tudo pela diversão! Muito bom, muitas risadas!

Gian, Tati e eu nos despedimos, e os outros quatro ainda encararam a mesa de Tzolkin. Segundo relatos posteriores, o pessoal já estava bem cansado, e a partida não foi tão emocionante.

E a campeã foi a Fabi, mesmo dormindo sobre as engrenagens.

Valeu muito rever a turma depois de tanto tempo!

Não deixem de acompanhar o Campeonato Whatever de 7 Wonders na página correspondente :P


28 de ago. de 2012

2º Arariboard

É isso aí, conseguimos cumprir nosso juramento, e retornamos firmes e fortes nessa semana, com o grupo crescendo e acolhendo mais e mais jogadores!

Domingo, estiveram presentes, além de mim, Fabrício, Cláudia, Carlos, Graça e Michael, recém chegado de São Paulo, seja bem-vindo! Como a mesa estava cheia, mudamos um pouco nossa programação e embarcamos em dois jogos trazidos pelo Carlos (salvando a noite!).

SHADOWS OVER CAMELOT
3 a 7 jogadores /+10 / 90 min

"As forças do mal estão se reunindo em torno de Camelot. O Cavaleiro Negro foi avistado sobre um cume desolado, Morgana tramando sua vingança, as tropas saxãs estão em movimento...A armadura de Lancelot desapareceu, e Excalibur ainda não foi recuperada. Estes são tempos negros​​, de fato. Você, jovem escudeiro, venha e jure lealdade a seus colegas cavaleiros da Távola Redonda "Em seu coração de intenção pura e prontos a sacrificar para o bem de todos"."

Com um grupo grande, aproveitamos para jogar Shadows over Camelot. Metade do grupo era a favor do cooperativo, a outra metade, mais ou menos. Mas, como um grupo de camaradas que somos, sempre abertos a conhecer, logo começamos o jogo. De cara, Fabrício começou a apresentar os já famosos sintomas de "Miniaturis Agudis Precisus" e, para desespero de sua carteira, incluindo mais um item a sua wishlist. Realmente o jogo tem um cuidado e preparo visual muito bom, característica da Days of Wonder (thanks Jesse!).

iniciando os trabalhos
Fabrício e Cláudia
A primeira discussão do jogo era saber se usaríamos o traidor ou não. A esperta aqui, que tinha se esquecido de quanto o jogo pode ser sacana por si só, ficou botando pilha "não, vamos com traidor, senão não tem graça!". Dez minutos depois, eu já dizia o contrário: "tirem o traidor!!! Jogo maldito!", e coisas do gênero. (>.<") Mas quem realmente não gostou nada de ter um traidor no jogo foi a Cláudia. Não demorou muito a se revelar. Seu personagem era o Rei Arthur que tem o poder de trocar cartas com os jogadores. Como ela estava na quest do Graal, e eu tinha cartas que podiam ajudá-la, várias vezes ofereci para trocar. Mas ela estava um pouco relutante. Até que num momento de desespero geral dos cavaleiros, estávamos para ganhar a quest, ela recusou a carta e foi para outro lugar. A máscara caiu em definitivo, mas optamos por não acusá-la para não nos prejudicarmos ainda mais.
Carlos e Michael



Isso mesmo, já estávamos a meio passo da derrota! Perdemos Excalibur, perdemos a Armadura de Lancelot, o castelo já estava quase todo cercado por catapultas, nossa brava guerreira Graça foi perdida em bravo combate. Carlos tentava destruir, até com sucesso, o avanço das catapultas. Mas mesmo assim, fracassamos. 
Graça e Carlos
 A Távola Redonda já estava quase com a metade de espadas pretas, e apenas 2 brancas quando a última catapulta entrou em nosso território, e do alto da torre ouvimos a gargalhada vitoriosa de nossa algoz.  Era o fim dos cavaleiros e de Camelot. O que fazer quando o próprio Rei Arthur é o traidor de seu reino? Mudar de jogo! :)


CATAPULTAS: nossa derrota vergonhosa

A Traidora! Nossa "carrasca" de bom coração.


7 WONDERS
2 a 7 jogadores /+10 / 30 min

Cada jogador é responsável pela construção de uma das sete maravilhas do mundo. Ao longo de três eras, os jogadores precisam acumular matérias primas e produtos manufaturados, construir um exército, desenvolver-se cientificamente, comercializar produtos, e claro, acumular pontos de vitória para ganhar o jogo.

Distribuídas as maravilhas (que são os tabuleiros) para cada jogador e uma breve explicação das regras, começamos o jogo. A minha era o Mausoléu de Halicarnasso. Optamos por jogar com o lado (A), pois haviam 3 iniciantes. Essa foi minha segunda partida, então, podemos considerar 4 iniciantes. Graça e Carlos já são experts. Pelo mesmo motivo, não usamos as expansões Leaders e Citys. Mas acho que já podem entrar numa próxima partida.


7 Wonders é um jogo de cartas bem rápido, e as cartas passam de jogador a jogador, tornando as decisões estratégicas e bem difíceis, pois, o jogador precisa pensar o que é bom para ele naquele momento, o que virá a ser bom no futuro, e o que também é muito importante, o que é interessante para o adversário. 

Graça logo começou a se destacar com a estratégia científica (cartas verdes), e Carlos suou para marcá-la. Eu, timidamente, tentei impedir que cartas muito boas passassem adiante, e quando não podia usá-las, optei por construir os estágios da minha maravilha (devia ter mais de 15 pontos de vitória perdidos ali embaixo).

Mausoléu: meu tabuleiro-maravilha ao final do jogo
 Acabei investindo bastante em poderio militar para me proteger dos meus vizinhos Michael e Fabrício. Cláudia já tinha uma verdadeira fortuna a sua frente. E Michael, várias cartas de ponto de vitória. Como disse Carlos, é muito difícil você saber quem está ganhando e a contagem de pontos foi acompanhada com grande expectativa. Graça estraçalhou com as cartas de ciências: 43 pontos!  Mas, como ela mesma disse, não teve como investir nas outras atividades. Ganhou aquele que conseguiu diversificar mais: Michael!


pontuação final detalhada e colocação:
[da esq - dir: Michael (1º), Renata (2º), Fabrício (6º), Cláudia (5º), Graça (3º), Carlos (4º)]

Semana que vem tem mais!

18 de out. de 2011

Jogatina de Sábado - o "Drama" das Cadeiras

Como já vem se tornando comum nas últimas semanas, o pessoal tem marcado quase sempre uma joga aos sábados, nos intervalos dos eventos mensais (Torre e Castelo). Essa semana foi na casa da Lu, que quase entrou em desespero ao ver que a lista de convidados crescia a olhos vistos, tomando as proporções de evento mesmo. O grande temor era não poder comportar tantos jogadores em sua casa. Mas o drama não foi justificado, pois conseguimos colocar um sistema de horário para coordenar as mesas, praticamente uma dança das cadeiras e assim, ninguém ficou sem banquinho. Na próxima, vou pedir pra cantarem: "A Lu avisou, você se atrasou, pegue o seu banquinho e saia de mansinho!" (livre adaptação).


Mas vamos voltar ao que interessa. A galera fiel, como sempre, chegou cedo e já caiu dentro das setes maravilhas.

7 WONDERS
2 a 7 jogadores / +10 / 30 min

Estavam na mesa Daniel Balard com o Colosso de Rodes, seu amigo Victor "Squit" com a Grande Pirâmide de Gizé, Eduardo com a estátua de Zeus em Olimpia, Leandro com o Mausoléu de Halicarnasso, Gian com o Farol de Alexandria e Luciana com os Jardins da Babilônia.


Daniel venceu com uma ótima pontuação este jogo que acaba de vencer em 5 categorias o Prêmio JoTa (principal prêmio brasileiro do ramo).
Colocação:
Daniel 63 pontos
Victor Squit 58 pontos
           Eduardo  46 pontos
           Leandro 41 pontos
           Gian  41 pontos
           Luciana 18 pontos

WINNER'S CIRCLE
2 a 6 jogadores / +10 / 60 min
Em seguida, investiram seus suados dinheiros nos rebeldes cavalos do Jóquei. Daniel fechou dobradinha de vitória com um corpo de vantagem sobre Leandro, que ficou a uma cabeça de vantagem sobre Victor. Na último pelotão estavam Luciana e Gian.
Colocação:
Daniel $2500
Leandro $1500
           Victor $1150
           Luciana $650
           Gian $400

OS COLONIZADORES DE CATAN
3 a 4 jogadores / +10 / 60 min

Depois de meses de desaparecimento, e uma bela de uma intimação judicial, Fabi resolveu aparecer para rever os amigos, e terminar de viciar seu irmão Vinícius nos jogos de tabuleiro. ( O menino sofreu lavagem cerebral por uma semana e vai voltar pra Minas falando um monte de nomes esquisitos como Catan, Carcassone, Dixit... para estranheza dos amigos.) Peter também chegou pra fechar a mesa na disputa e conquista da supremacia na ilha de Catan.

Colocação:
1º: Peter
Fabiana
           Vinícius

COLONIA– 1322 A.D.

3 a 6 jogadores / +12 / 120 min

Quando cheguei, Leandro ensinava Colonia para um grupo, e Lu ensinava Golden City para o outro. Acabaram me arrastando para este último.
Tive a impressão de que a explicação do Colonia estava bem mais longa do que o normal, e o jogo com cinco pessoas também, mas menos do que eu imaginava que fosse.  A disputa foi acirrada entre os convidados Edu e Victor, mas este levou a melhor. Daniel que parecia ir bem, acabou em terceiro, Gian, show de bola, ficou em penúltimo, e o dono do jogo (que ultimamente fica mais pentelhando as mesas alheias do que prestando atenção à sua) ficou em último.

Tabuleiro no final do jogo. (foto by Victor Cardoso)
Edu e Leandro, caras de decepção com os resultados.  (foto by Victor Cardoso)
Colocação:
Victor 11 pontos
Edu 10 pontos
           Daniel 10 pontos
           Gian 8 pontos
           Leandro 6 pontos


THE GOLDEN CITY
3 a 4 jogadores / +10 / 60 min

De longe os aventureiros chegaram à ilha com a cidade dourada no seu centro. Recém-chegados abriram a primeira loja diretamente na costa. Já é possível abrir outras em aldeias ao longo das ligações de ruas. Vale a pena, pois através delas você terá bens, chaves, dinheiro e concessões que você precisará para ficar à frente. E, finalmente, o primeiro é capaz de estabelecer-se na Cidade de Ouro e obtendo, assim, os mais preciosos contratos de comércio.


Lu, Fabi, Vinícius e Peter estavam prestes a começar o jogo, e como o Vinícius é novo no ramo, acabei entrando pra fazer setup e assessorá-lo, só pra não ficar de bobeira durante uma hora. Jogo interessante de colocação de casas e recolher cartas com benefícios para ganhar pontos de vitória. Como muitos jogos, também tem cartas especiais de objetivos (como Strasboug, Ticket to Ride, entre tantos outros), e elas sempre valem a pena. Outra estratégia importante é dominar dois terrenos cortados por um rio, e tentar ter o maior tipo possível de especiarias. São importantes pontos que se acumulam rodada a rodada que podem fazer diferença no final, e não apenas os pontos do centro da cidade. Fiquei na vontade de jogá-lo mais um vez, mas desta vez valendo ^-^.


Tabuleiro e componentes. (BGG)
Fabi surpreendeu com uma ótima pontuação, deixando Vinícius para trás com a segunda. Mas esse menino tem futuro, bom raciocínio e capacidade de se adaptar as situações mesmo quando saem da sua estratégia inicial. Peter e Lu vieram em seguida na colocação.

Colocação:
Fabiana 85 pontos
Vinícius 66 pontos
           Peter 60 pontos
           Luciana 56 pontos


DIXIT
3 a 6 jogadores / +8 / 30 min

A pedido da própria Lu, levei mais uma vez o Dixit. Estava sentindo que rolava um temor psicológico ali. Mas entre o temor e a psicóloga, ficamos foi com as risadas mesmo. Leandro veio pentelhar e cobrar a patente das suas frases de efeito, dando trela pro Peter abrir outra rodada com o nome dele, mas não teve o mesmo efeito que da semana passada. Depois da rodada besteirol, ele sacou "Todo homem tem por natureza a busca pelo saber." Nada como um pouco de filosofia para criar um caos na mente dos adversários. Luciana se desesperava por não poder ganhar o jogo na base da argumentação (recurso que ela utiliza muito nos outros até nos ganhar pelo cansaço), Fabi estava numa serenidade ímpar, os ventos de Niterói estão fazendo bem a ela. Vinicius era o atrapalhado em pessoa até sair com essa: "Justiça". A carta era a mais óbvia, a da balança, mas o inusitado foi a explicação dele no final: "Achei que só fã de Disney ia entender."

Usamos mais uma vez a variante que permite ao Narrador também participar. Muito boa, sempre arranca risos, principalmente quando de aleatória a carta nada tem.
Pra variar, nesse jogo fiquei em último, e Fabi fez dobradinha de vitória. ;)

Colocação:
Fabiana 33 pontos
Peter 24 pontos
           Luciana 18 pontos
           Vinícius 18 pontos
           Renata 17 pontos



POWER GRID: FACTORY MANAGER
2 a 5 jogadores / +12 / 60 min

Cada jogador tem uma fábrica e deve ganhar o máximo dinheiro possível durante o jogo. Para ser bem sucedido, o jogador deve usar seus trabalhadores para comprar as melhores máquinas e robôs no mercado e usá-los da melhor maneira possível na fábrica. Por causa do valor crescente do custo de energia, o jogador deve cuidadosamente administrar o consumo de sua fábrica e evitar usar somente as máquinas com consumo elevado, ou verá seus lucros repentinamente sumirem!


Com o término dos dois jogos, Peter, Fabi e Vinícius foram embora, Tati chegou e redividimos as mesas, o que foi uma tarefa bem dificil. Não consegui impor meu desejo de jogar Discworld porque tinham duas viciadas em Power Grid (Lu e Tati) querendo conhecer o Factory Manager. Antes de mais nada, o que mais foi dito na sala: "não tem nada a ver com o PG! Usaram apenas o nome para lincar os jogos, mas é totalmente diferente." Mesmo assim elas resolveram encarar, junto com o Leandro, e deve ter sido bem "funde cuca" porque terminaram a partida cansados. Vitória da Tati com uma leve vantagem sobre Leandro e Lu que ficaram mais próximos.

Componentes. (BGG)
Colocação:
Tati 220 pontos
Leandro 211 pontos
           Luciana 209 pontos


KARNAXIS
1 a 6 jogadores / +12 / 60 min

Um jogo da vida com muita estratégia, cujo objetivo é se tornar o mais bem sucedido financeiramente. Candidate-se a empregos, entre para a faculdade, abra uma empresa, administre as ações da bolsa, pense no seu futuro com a aposentadoria, mas cuidado com os eventos e infortúnios que a vida pode apresentar.



Eu fui abduzida, sem mais chances de escolha pra mesa do Karnaxis, que tem um nome super atrativo (me remeteu ao Templo de Karnak, mas não tem nada a ver), um visual que deixa MUITO a desejar e ainda me descreveram como "é um jogo da vida, você vai gostar!"        Pausa.     Primeiro que qualquer coisa, em qualquer contexto que alguém fale que eu vou ou não gostar, já fico com o pé atrás. É como quando dizem: "é a sua cara", e você acha horrível, então conclui que tem uma cara horrível. Mas enfim, já que eu não tinha escolha, não julguemos o livro pela capa e vejamos a que veio esse tal de Karnaxis.

Foi então, que diante do meu olhar torto, o Gian contou a história do jogo. Ele não é muito conhecido, nem muito prestigiado, e o Fel o encontrou em uma de suas buscas por jogos alternativos (bons jogos que não ganham fama mas que merecem mesa):

"Eu o achei por acaso em uma dessas fuçadas, com uma propaganda do tipo "Game of Life done right." E vi mecânicas que me interessavam bastante como gerenciamento de recursos, objetivos assimétricos, stock market." (Fel Barros)

Ao entrar em contato com o designer do jogo, descobriu que era o primeiro brasileiro a se interessar em adquiri-lo, e acabou trazendo 3 unidades pro Brasil. A primeira partida do jogo em terras tpiniquins se deu com os distintos Fel, Gian, Lu e Tony. E se não estivermos errados nas contas, a desse último sábado foi a terceira. Fica a dica de que sempre vale a pena garimpar novos nichos e descobrir novos autores.

Detalhe superior do tabuleiro com as ações, cartas de eventos (ruins) e karnaxis (boas). (BGG)
Mas voltemos a esta partida. No início, você precisa escolher um personagem que definirá seus quatro atributos iniciais, poderá ou não te dar um poder legal e ainda te dará seu objetivo de jogo. O meu personagem me dava $10.000 de desconto nos impostos, o que se revelou ser uma maravilha. Meu objetivo era ser o Coletor de Impostos e jamais, em tempo algum, pegar empréstimo com o banco. Fica difícil definir qual personagem escolher quando não se conhece o jogo ainda, mas resolvi investir nesse.
O jogo se passa em 12 turnos / anos de vida, e logo de cara todo mundo pegou empréstimo! Entrei em pânico! Se já começava assim, como é que eu ia sobreviver? O jeito era pegar um trabalho, mesmo que fuleiro, pra pagar as contas. Gian pegou o "Coletor de Extrume" e eu fui de "Zelador". Vários trocadilhos, inclusive da outra mesa de ouvido na nossa, pra sacanear-nos. Receber salário é bom, mas achei que me prendia muito, pois você gasta uma ação pra manter o emprego. Abdiquei de ser zeladora e fui ter meu próprio negócio (que não lembro qual era, era bem meia-boca, mas fiz uma propaganda pra melhorá-lo um pouquinho). Gian acabou pegando meu trabalho, todo feliz que tinha subido na carreira (mais piadas). E eu atacando o seguro desemprego! Do outro lado do escalão social, Daniel se encaminhava para a medicina, e Edu era policial/mecânico (?). Muito evoluido os dois.

Daniel, Edu (costas), Renata e Gian tentando se dar bem na vida. (foto by Lu Azevedo)


Depois de um tempo começamos todos a investir na bolsa de valores, que a cada ano deve ter seus valores atualizados pelos dados (-2, -1, +1, +2). Minha mão santa só dava número negativo. Só pro Daniel saia positivo. Fali a empresa do Gian umas três vezes, coitado, e a do Edu também. Mas quando as ações pretas estavam em alta, todos se aproveitaram pra fazer um dinheirinho. Como nem só de presente se vive, investi nos três últimos turnos na aposentadoria, mas devia tê-lo feito antes, pois o retorno é muito bom.
 
Renata e seus dados amaldiçoados! (foto by Lu Azevedo)

Contagem final da bufunfa, Gian sempre faz aquele charminho de deixar o valor dele por último, mas não teve vez, meu combo de personagem com Coletor de Impostos me fez deixar de gastar muito dinheiro. Os meninos ganhavam muito e devolviam metade em impostos. E o resultado nem eu esperava.

Colocação:
Renata $704
Gian $664
           Dani $594
           Edu $496

BOHNANZA
2 a 7 jogadores / +8 / 45 min

Com a noite já alta, Leandro partiu e Tati pediu pra jogarmos Bohnanza de despedida. Pelo visto ela queria a revanche pelo Peter ter ganhado por 1 ponto na última vez. Simbora pra mesa de feijões, só o Edu não conhecia ainda, e, ô jogador dificil! Só faltou o Marcos Felipe ali pra azucrinar também. Ele criou uma nova categoria de negociações, "aceito seu feijão e em troca te dou um abraço!" Ninguém merece ¬¬"

Mas foi de abraço em abraço que ele conseguiu sua vitória, entre outras lambanças do Gian que liberava as cartas e depois via que tinha feito péssimo negócio, tsc tsc.

Colocação:
Edu 15 pontos
Gian 13 pontos
           Renata 12 pontos
           Tati 12 pontos
           Luciana 10 pontos



AFLUENTES
2 a 4 jogadores / +12 / 20 min

Um filete de água brota do subterrâneo e inicia seu caminho até o mar. Em Afluentes, os jogadores criam cursos d’água, ­enfrentando os problemas causados pela ação nociva e irresponsável das cartas dos adversários. Quem fizer mais pontos com águas limpas, livres de problemas ambientais, e afluentes vence o jogo.


Todos já tinham partido e como estava muito tarde e chovendo, acabei ficando na casa da Lu mesmo, pra voltar pra Nikity de manhã. Duas viciadas de bobeira não vão dormir a uma da manhã, então, a Lu topou meu convite de conhecer o Afluentes, jogo de cartas do amigo Luish Coelho de BH que está entrando no mercado internacional agora com o Recicle. Tinha comprado o jogo em março, minha caixinha numerada e autografada, mas ainda não tinha conseguido jogá-lo. Essa era a chance. Lemos as regras, um pouco grande, pois se repete algumas vezes, mas deu pra enteder bem, somente algumas dúvidas surgiram ao longo do jogo mas recorremos a elas novamente e beleza.

No Afluentes, nós temos um set de cartas com lençóis freáticos, nascentes, rios e mares, cartas que poluem ou causam destruição e as cartas que resolvem esses problemas. Temos que tentar fazer a maior quantidade de pontos criando as cadeias do lençol ao mar, e atrapalhar a evolução do adversário. Depois concluimos que esse é um jogo MUITO cruel, os males que o ser humano causa ao meio ambiente são tão desastrosos que corrigi-los torna-se muito dificil. É claro que essas reflexões não vieram as 2:30 da madrugada, mas deu pra sentir na pele o que é ser um rio poluido.

Parabéns ao Luish pela criação e pelo toque de consciência e sucesso com seus projetos!

Colocação:
Luciana 29 pontos
Renata 24 pontos

Fim de noite, era inicio de horário de verão e vimos que tinhamos perdido mais uma hora de sono, mas o dia tinha valido a pena, apesar da chuvinha chata que está teimando em cair aqui no Rio. 
Até a próxima dança das cadeiras! ;) 
Inté!