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27 de fev. de 2012

Folia das Peças

Depois de uma semana de folias carnavalescas, a terra oficial das peças abriu suas portas pra fechar com o último bloco lúdico: Folia das Peças. Estava morrendo de saudades desse cantinho da cidade em que a gente perde a noção do tempo ao lado de amigos e com bons jogos na mesa. A visita ia ser de médico, rapidinha, então não tinhamos tempo a perder.

Cheguei um "pouco" (pra não dizer muito) tarde, e os Danis Malavasi e Balard me esperavam pra uma mesa, junto com o Shamou. 


SAMURAI
2 a 4 jogadores / +10 / 45 min


"Os jogadores utilizam suas peças para cercar as cidades japonesas e garantir o apoio de três diferentes tipos de figuras. Estas figuras representam as três facetas da sociedade japonesa na época (alimentação, exército, religião). O objetivo é ter o maior número de algum dos tipos de figura e também o maior número de outras figuras."



 A pedida precisava ser um jogo bom e rápido, e o escolhido foi o Samurai. Fácil de explicar, mas não fácil de ganhar, pelo menos pra mim. Rolaram duas partidas. Na primeira, fui a catástrofe em pessoa, só consegui 2 peças! Ridículo! Dani Mala ia pelas rebarbas, enquanto Shamou e Dani Balard "se pegavam" disputando cada item colecionável. Mas a vantagem foi do Dani que levou a vitória.

Na segunda partida, consegui ser menos vexatória, e rolou uma série de empates. Consegui empatar em exército com o Mala, que empatou em monges com o Balard. A vitória ficou com o Shamou que conseguiu a supremacia dos bentôs, e dá-lhe arroz!

BALLOON CUP
2 jogadores / +10 / 30 min

"Numa corrida de balões, os jogadores competem no estilo "carta maior/menor" para conseguir cubos que serão trocados por troféus de vôo"

 Ainda tinhamos um tempinho, e o Mala propôs o campeonato de balões, que tinha aprendido com o Balard antes de eu chegar. Joguinho super simples, pra dois jogadores, com cartas, cubos, sorte e um pouquinho de estratégia. Boa pedida pra desanuviar a cabeça entre um jogo mais pesado e outro, ou pra acirrar a disputa entre dois competidores (né, Fabicreuza? XD).

Cada jogador tem uma mão de 8 cartas com balões coloridos e de valores de 1 a 13. Existem quatro postos de cubos, podendo ganhar aquele que tiver a maior ou a menor carta (dependendo do estágio). O diferencial é poder "sacanear" o adversário lhe atribuindo cartas que tirem sua vantagem.

A partida se encerra quando um dos jogadores consegue 3 troféus, dos cinco disponíveis, que vieram para mim. Afinal um pouquinho de sorte num dia tão atrapalhado (fora dos tabuleiros). 

Nos despedimos, fiz uma refeição a la Spoleto enquando via as outras mesas que rolavam pela casa: 011, Puerto Rico, Taluva, e tantos outros que não pude acompanhar. De lá, segui pra sessão do filme "O Artista", afinal, era véspera de Oscar e ainda tinha que ver muita coisa. Não deu pra participar do bolão do Warny, que deu bolo no evento (ah, falei!), mas o filme é realmente ótimo! Inté, e que esse retorno não seja breve e sim duradouro ;)

7 de out. de 2011

Spaghetti bombando!

Ontem foi dia de Spaghetti lá no Spoleto e a casa estava cheia! Muito feliz em ver a galera voltando, e muita gente nova! (se tiver alguém lendo, apresente-se lá nos coments ;) )


SAMURAI
2 a 4 jogadores / +10 / 45 min

"Os jogadores utilizam suas peças para cercar as cidades japonesas e garantir o apoio de três diferentes tipos de figuras. Estas figuras representam as três facetas da sociedade japonesa na época (alimentação, exército, religião). O objetivo é ter o maior número de algum dos tipos de figura e também o maior número de outras figuras."



Pensei que tinha conseguido chegar cedo, mas os viciados de plantão já estavam engatados nos tabuleiros. Lu, Gian, Leandro e Filipe terminavam uma mesa de Samurai, que depois de um tempo ausente, está ganhando novos fãs e retornando às jogatinas.

A discussão estava quente, era o movimento final e contagem de pontos. Luciana estava subindo nas tamancas, contra, como sempre, Leandro, lavando a roupa suja da jogatina do sábado passado!

“O Lelê fez o anti-jogo que me acusou anteriormente! Ele acabou com o jogo dando vitória para Filipe que tinha já 2 maiorias!” (Luciana)

[Nota de Esclarecimento: informamos por meio desta, que o apelido “Lelê” e derivados referentes ao jogador “Leandro” não possuem cunho afetivo, e são puramente de uso punitivo. Obrigada.]

Parabéns ao Filipe e ao Leandro, que dividiram a vitória com um empate.  
[Edit: anteriormente reportamos que a vitória havia sido apenas do Filipe, pedimos desculpas e retiramos o prêmio Samurai. Depois a gente faz uma outra partida de desempate pra resolver isso. ;)]
 
Rearranjamos as mesas com o pessoal que já estava esperando e formamos uma de Colonia, Civilization e Cable Car.

COLONIA– 1322 A.D.

3 a 6 jogadores / +12 / 120 min

“Colonia, na Idade Média é a maior cidade do "Sacro Império Romano".
Neste jogo os jogadores são os líderes das principais famílias que ocupam posições influentes no Conselho e controlam a fortuna da cidade.Um elemento crucial para alcançar esta meta é a poderosa Igreja Católica Romana, como foi o caso freqüentemente naqueles dias. Raras e preciosas relíquias aumentam o prestígio e a influência da Igreja. Os jogadores que puderem obter as relíquias mais valiosas terão as maiores chances de vitória!”

Leandro, eu, Tati e Gian fomos paparicar o cléro em busca de prestígio. Já estava com as vitórias consecutivas do Leandro entaladas e queria que qualquer um ali vencesse (menos ele, claro), só pra azucrinar mesmo.

Como disse na semana passada, Colônia é um jogo simples de entender, pois tem uma seqüência muito lógica de ação, onde cada dia da semana depende do outro, assim como a seqüência dos recursos (matéria prima > produto manufaturado > exportação > dinheiro > compra de relíquias). Conseguindo administrar bem isso, você poderá ter mais chances de comprar mais relíquias que são os pontos de vitória do jogo.
Elas são difíceis de conseguir, então cada mísero 1 pt pode fazer muita diferença.

Tati disparou na frente em termos de dinheiro, mostrando que apesar de nova ali no grupo, não ia entregar a vitória fácil. Gian, na reta final, conseguiu um ótimo número de bens para exportar e começou a dar pinta de que o jogo estava pra ele, inclusive tendo o poder de voto da última rodada, tendo nossas vidas em suas mãos. Difícil foi ter jogo de cintura pra conseguir se virar com poucos trabalhadores, nenhum produto compatível com o barco final e tentando disputar a mesma relíquia com ele, que jogaria primeiro.
Gian e Tati disparam no dominio de Colônia.

Detalhe do tabuleiro no meio do jogo. Ótimo design em torno dos dias da semana.

A pseuda vantagem que eu e Leandro tínhamos no inicio do jogo por já o conhecermos parecia que estava indo por água abaixo. Já estava me conformando com a disputa por um terceiro lugar. No último lance, em que trocamos o dinheiro por vitrais que rendem mais 2 pontos de vitória, numa sorte saída do fundo das catacumbas de Colônia, consegui garantir MILAGROSOS 4 pts. Sem falar que Gian aprovou todas as leis disponíveis, inclusive a que permitia trocar os tipos de moeda. Foi o que me fez dar um último suspiro.

Gian ainda fez suspense, deixando a contagem dele para o final, só pra comemorar, mas (olha o milagre ai de novo), por 1 ponto de diferença, consegui ir a forra com o Leandro e voltar feliz pra Nikity City XD

Colocação:
Renata 14 pontos
Gian 13 pontos
Tati 10 pontos
           Leandro 9 pontos


SAN FRANCISCO – CABLE CAR
2 a 6 jogadores / +8 / 45 min

“Cada jogador dirige sua própria companhia de bondes e deve expandir sua rede. Pontos de vitória são distribuídos para cada estação conectada pelo jogador. Os jogadores podem também ser acionistas das companhias dos demais jogadores e assim participar na distribuição de pontos dos oponentes.”

Na mesa ao lado, enquanto rolava Colônia, a turma puxou dois jogos.
O primeiro foi Cabel Car, do mesmo autor de Colônia, Dirk Henn. A principio parece uma versão simplificada de Carcassone, doce ilusão... É preciso ter uma boa visão espacial do conjunto do tabuleiro, ter um pouquinho de vidência em como os tiles serão colocados ao longo do jogo e uma sortezinha com as ações das companhias de bonde.
Tabuleiro já quase no final do jogo.

As caras de maus amigos do Dani e do Shamou são porque o Leandro não deixa ninguém em paz, nem nos jogos dos outros. (e olha só o tamanho dessa legenda? Lelê só da trabalho, tsc tsc :P)

Os velhos de guerra ficaram envergonhados pois perderam para dois meninos novos e justamente o vencedor não tenho o nome. Honroso campeão, se andares pelas páginas do Desbussolados, reclame sua vitória ;)
Colocação:
Mister X 77 pontos
Nuno 74 pontos
Daniel 61 pontos
           Filipe 45 pontos
           Zé 41 pontos
           Shamou 25 pontos

Repeteco CABLE CAR

Quando terminamos o Colônia, puxamos também o bonde, até por se tratar do mesmo autor, conhecer o estilo e porque seria uma partida relativamente rápida.
Confesso que não me dei nada bem com ele, só construindo estradas pífias que rendiam poucos pontos para as minhas cores originais (vermelho e preto).

Sem querer, dei para a companhia marrom, logo no começo do jogo, uma grande estrada, e ela disparou na contagem. Depois tentei trocar uma das minhas ações pretas por uma marrom, mas não tive sorte, saiu uma azul, que estava tão mal quanto no score. Leadro e Gian pareciam ter a companhia roxa, que correu mais que um Fórmula 1 pelos trilhos de São Francisco. Tati ficou na moita e ganhou vários pontos no final, pois tinha ações de várias cores. 

Achei a contagem dos pontos extremamente confusa, e o jogo não merecia isso. O visual é muito bonito e parabéns ao coitado do design que teve a paciência de desenhar tantas casinhas. O mérito vai para o detalhe de que qualquer tile que você combine, em qualquer dos quatro lados, tem continuidade, os desenhos se complementam. Pra mim, o jogo já valeu por isso!
Colocação:
Leandro 83 pontos
Tati 59 pontos
Gian 57 pontos
           Renata 44 pontos


ATTIKA
2 a 4 jogadores / +10 / 60 min

“Na antiga Grécia, Atenas, Esparta, Corintios e Tebas competem pelo domínio da península grega a influência no Monte Olímpo. Os jogadores trabalham para liderar suas cidades-estados até a vitória. Começando com um pequeno vilarejo, cada um transforma sua cidade em uma metrópole com oráculos, templos, teatros e ruas. Eles tentam obter terras ricas em recursos enquanto impedem que seus adversário façam o mesmo.”


Voltamos à mesa ao lado, ligeiramente modificada, agora com Dani, Filipe, Edu e Nuno. Em um desabafo do ex-poderoso Chefão, sem sua poltrona mágica, Daniel reclama de suas duas derrotas do dia , para a sorte de Edu que foi o campeão do jogo.

Filipe ensinando o jogo.

Detalhe dos componentes.


CIVILIZATION
2 a 4 jogadores / +13 / 180 min

“Forjar um império para resistir ao teste do tempo usando a mecânica de jogo inovadora com múltiplos caminhos para a vitória. Você vai levar o maior exército do mundo a conquistar seus inimigos? Ou você vai ser o primeiro a viajar para as estrelas, tornando-se a civilização mais avançada tecnologicamente conhecido pelo homem? A escolha é sua. Inspirado na série de videogame criada por Sid Meier”

Rei Peter e Doutor Bouzada.
Se engalfinhando na mesa central, estavam Bouzada, Lu e Peter em busca do desenvolvimento de suas civilizações. Bouzada parecia levar vantagem, mas Luciana, quer dizer, Cleópatra VII Thea Filopator, rainha magnânima do Egito, não ia entregar seu império tão facilmente. Investiu no exército, desenvolveu o militarismo e sem dó nem piedade, destruiu a cidade de Rei Peter, colocando em risco sua amizade e troca de favores futuros. Mas a ameaça de derrota inflou seu ego, e partiu novamente para o ataque, disposta a conquistar a capital de Peter, que com um contingente menor (3 cartas) superou a Majestosa Rainha das Terras Férteis (5 cartas) impedindo sua vitória.

Luciana, trocando o título de "Lenda" por "Rainha do Nilo".
Se você achou que este jogo estava mais para Fina Estampa do que pra Civilization, acompanhe o Dicionário do Crô e aprenda mais sobre as majestades antigas. 
Mas de nada adiantou tanta traição entre amigos, pois Doutor Bouzada, gênio inventivo do mundo antigo, sagrou-se campeão através da tecnologia.

Antes de ir embora, ainda rolou: Dice Town, Citadels, Hacienda, Horus Heresy. E isso foi só o aquecimento para o sabadão de amanhã. A noite ainda contou com o retorno do Caldas diretamente das terras de Carcassone para o aconchego do lar, o Spaghetti, claro. ;)

Dice Town

Hacienda

Horus Heresy

E como hoje é sexta (7), deixo registrado os parabéns do Desbussolados ao amigo Shamou que completa mais um ano de vida! Felicidades, Shamouzão! \o/

E lembrando que amanhã tem Torre das Peças, e vai ser nosso primeiro registro oficial do evento. ;)

1 de out. de 2011

Lugar de DR é no tabuleiro?

Depois de um boom e quintas-feiras concorridas, ontem o Spoleto estava (quase) bem tranquilo. O público não era farto, mas fiel, com aparições de velhos amigos e novos jogadores na área. Enquanto quase toda a cidade caia no "rock", nós caimos foi nos tabuleiros mesmo.



TWILIGHT STRUGGLE
2 jogadores / +13 / 180 min

"É uma simulação para dois jogadores do período da dança de intriga, prestígio e lampejos de guerra entre União Soviética e Estados Unidos, que durou 45 anos. O mundo é o palco no qual lutam os titãs para a segurança de suas próprias ideologias e estilos de vida. O jogo começa dentre as ruínas da Europa onde as duas novas "superpotências" se enfrentam pelos destroços da 2a. guerra mundial, e termina em 1989, quando só resta uma única superpotência."


Cheguei pouco depois das 18h, e Gian e Lu já disputavam uma partida de Twilight Struggle. Claro que não preciso dizer, uma partida beeem chorada, mas até que divertida. Gian (vermelho) dominou a Ásia e destronou a Lu (azul) da Europa e adjacências. (desculpe, amiga, mas nosso compromisso é com a verdade! nem sempre)
Eles abdicaram da última fase do jogo em prol do bem comum, após serem perseguidos por todos por colocarem um jogo de longa duração pra dois jogadores na mesa. Mas a vitória do Gian, o Gentleman já estava garantida.
 
Gian, o gentleman e Lu, a lenda (?)

 
STRASBOURG
3 a 5 jogadores / +12 / 60 min

"Século XV - as entidades políticas da cidade são influenciadas pelas guildas dos artesãos. Os jogadores são membros de famílias de ascensão da cidade. Seu objetivo é colocar membros da família nas diferentes guildas. Somente o uso inteligente de pontos da influência torna possível ser acomodado como o artesão do aprendiz, o assistente ou mesmo o mestre. Mas sem subestimar o poder da igreja ou da nobreza."

Enquanto isso, a mesa ao lado com Carlos, Leandro (Lelê XD), Filipe e Dani Balard começava o Strasbourg. Fiquei tentada a entrar, mas a fome falou mais alto e preferi acompanhar o começo da partida e ir relembrando as regras enquanto saboreava um talharim. (Fui lembrada tardiamente pelo Fil que era dia do nhoque da fortuna >.<)

Era a primeira partida para a maioria, se não me engano, só o Dani já havia jogado antes. Este é um dos poucos jogos de leilão que eu gostei de jogar.
A vitória foi apertada, com Carlos ganhando por 1 ponto de vantagem sobre o Leandro, seguido pelo Filipe e depois Daniel.

Carlos, Filipe, Dani, Leandro nos leilões de Strasbourg.

THURN AND TAXIS
2 a 4 jogadores / +10 / 60 min

"Os jogadores constroem rotas de postos de serviços dos correios cruzando a Bavária e as regiões ao redor, coletando pontos de bônus de varias maneiras diferentes."

Eis que surge minha amiga Letícia, que agora está mergulhando de cabeça nos jogos (eu não tenho culpa, não tenho, negarei eternamente! :P). É bom ver o grupo se renovar e expandir. Ela e a Taís puxaram o Thurn & Taxis. Morro de rir com o desespero da Let com as regras, espero que tenha corrido tudo bem ao longo do jogo. A vitória ficou com a Taís por 2 pontos.
 
Taís e Let nas rotas dos correios.
Nas outras mesas rolavam Smallworld, Merchants & Marauders e (? alguém identifica pela foto?).

Galera decifrando as regras do Smallworld.
(help?)



DISCWORLD - Ankh-Morpork
2 a 4 jogadores / +10 / 60 min
 
"Na cidade de Ankh-Morpork, em Discworld, Lord Vetinari desapareceu e certas facções estão tentando tomar o controle de sua cidade. Cada jogador tem uma personalidade secreta com condições de vitória específicos, o que significa que você não tem certeza exatamente o que os outros jogadores precisam fazer para vencer. Todos devem tentar colocar minios (pessoas) e edifícios através do uso de cartas, são 132 ao todo, e basta jogá-la fazer o que ela diz ."

Trocamos os jogadores de mesa, e eu, Lu, Dani e Leandro fomos pro Discworld, do Martin Wallace sobre a série literária do Terry Pratchett. Fresquinho, será lançado oficialmente agora em Essen, já é um dos mais comentados nas listas de desejo, e posso comprovar, não é a toa. Adorei o jogo! Embora não tenha lido a série ainda (mas agora fiquei curiosa de procurar), o jogo é bastante independente da temática, criando uma dinâmica própria. Mas acredito que para quem conheça a história ele ganhe ainda mais pontos entrando no universo. Na primeira partida, fiquei no sapatinho, era a única que não conhecia o jogo, e se não fosse o Lelê, teria ganho com louvor! u.u

Tabuleiro de Discworld no meio do jogo com os componentes. (BGG)
Ele conseguiu completar seu objetivo (Trouble markers) antes de mim (presença de minions). Estava por um, mas ele foi mais rápido. Exigi uma revanche, mas na verdade, tinha sido tão rápida a partida, que eu fiquei com gostinho de quero mais. Dani precisou sair, então encaramos eu, Lu e Leandro de novo. Sai com o mesmo objetivo, mas desta vez prestei mais atenção nas jogadas dos outros, tentando controlar o domínio do Leandro e ele me assassinando direto! Consegui usar melhor as cartas dos edifícios que dão boas vantagens, e novamente, fiquei por 1 minion! Já estava com a carta armada na mão, mas quem, quem, quem? Lelê de Vila Matilde (agora que ele me mata mesmo) fechou o jogo de novo!


DOMAINE
2 a 4 jogadores / +12 / 90 min

"Tente  formar domínios, colocando muralhas no tabuleiro modular. Os domínios completos podem, então, ser expandidos, mesmo invadindo os de seus oponentes, e são protegidos pelos cavaleiros. As ações são realizadas, jogando-se cartas que têm um custo associado a elas. É possível ganhar dinheiro, vendendo cartas e controlando minas."


Na mesa paralela, rolava o quase homônimo de Dominion, como bem lembrado pela Lu (to pedindo pra morrer hoje, rss). Na mesa, Carlos, Filipe, Peter e Gian.

Tabuleiro com componentes do Domaine (BGG).

Não me perguntem como estava o jogo “dos cavalinhos” porque todas as nossas atenções estavam voltadas para uma senhora “égua” e seu “capacho”, que escolheu não apenas fazer um DR (discutir a relação), como achincalhar o marido em praça pública! Durante uns 40 minutos, a “doce e meiga” senhora xingou e humilhou o distinto e sua provável amante de forma tão “imperceptível”, que a conversa foi proibida nas mesas para podermos acompanhar aquele momento de tensão. Foi um raro momento de silêncio no Spaghetti das Peças!
Por fim, o espetáculo terminou com o cônjuge se levantando e deixando a esposa falando para as paredes. Achei que alguém ia se levantar e começar a bater palmas por eles terem ido embora. Mas convenhamos, não tinha outro lugar pra fazer isso não? Só espero que a máxima não perdure: Lugar de DR é no tabuleiro! Quero distância!

Voltando ao que interessa, pois este blog ainda não é sobre fofocas (cofcof), quando todo o circo já tinha terminado e essas mesas também, boa parte do pessoal já tinha ido embora.
 
O resultado de Domaine ficou sendo Gian em primeiro, seguido por Peter, Carlos e Filipe. (Thanks, Gian)

Let acabou indo encontrar outros amigos e continuar a jogatina em outras paragens. O outro grupo também se despediu, M&M continuava do outro lado do salão e os viciados remanecentes se deixaram levar pelo Filipe, que puxou uma última mesa de Samurai.


 SAMURAI
2 a 4 jogadores / +10 / 45 min

"Os jogadores utilizam suas peças para cercar as cidades japonesas e garantir o apoio de três diferentes tipos de figuras. Estas figuras representam as três facetas da sociedade japonesa na época (alimentação, exército, religião). O objetivo é ter o maior número de algum dos tipos de figura e também o maior número de outras figuras."



Muito interessante, mais um jogo simples e divertido do Knizia. Embora seu tema seja o Japão, é a estratégia que prevalece. Fui toda prosa me achando colocar a primeira peça (coitada de mim), e até consegui alguma coisa no começo do jogo, estava equilibrada com dois recursos de cada. O problema é que parei por ai, enquanto todos ganhavam seus itens, eu me descuidei e fui disputar com o Peter quem se dava mal no final da partida :P (mas empatamos nisso também). Mas não teve vez nem pra Lu, Filipe arrasou dominando dois conjuntos.

Detalhe dos componentes do Samurai (BGG).


Já eram 23:30, precisava pegar a “carruagem” pra Nikity, e sai voada, mas o pessoal de M&M continuava o jogo, entre um comentário e outro sobre “O Astro” que passava na tv.

Excelente noite, muito bem aproveitada como há muito não conseguia fazer lá no Spaghetti. Pra quem chegou sem mesa marcada, ainda saí no lucro.